O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (4), CDBs com taxas prefixadas de até 13,950% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+9,200% em 1 ano e os pós-fixados até 105,5% do CDI em 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,390% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,870% em 1 ano e os pós-fixados pagam até 86% do CDI em 12 meses.
As LCIs pós-fixadas pagam até 89% do CDI em mais de 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
LCA ORIGINALTaxa: 94% do CDIVencimento: dezembro/2028Saiba mais e invista
CDB PINETaxa: 107,5% do CDIVencimento: dezembro/2028Saiba mais e invista
LCD BNDESTaxa: 90% do CDIVencimento: dezembro/2029Saiba mais e invista
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (4)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos DIs encerraram a quarta-feira (3) com altas leves nos vencimentos curtos, apesar do recuo do dólar e da queda dos rendimentos dos Treasuries no exterior, onde dados fracos do mercado de trabalho dos EUA reforçaram a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve na próxima semana. O DI para janeiro de 2028 subiu para 12,79%, enquanto a taxa para 2035 ficou praticamente estável, em 13,060%.
O dia foi marcado por um ambiente mais favorável a ativos de risco, diante da leitura de que os juros norte-americanos tendem a cair ao longo dos próximos meses. Parte dessa percepção vem da expectativa de que o futuro presidente do Fed — a ser escolhido por Donald Trump — tenha perfil mais dovish, o que ampliou o apetite por moedas e ações de mercados emergentes.
A possibilidade de Kevin Hassett assumir o comando do Federal Reserve ganhou força após declarações de Trump e reportagens na imprensa. Considerado um nome mais brando na política monetária, Hassett elevou a aposta de juros menores nos EUA, contribuindo para a queda firme dos rendimentos dos Treasuries ao longo da sessão.
Pela manhã, essa visão foi reforçada pelo relatório da ADP, que registrou fechamento de 32 mil vagas no setor privado norte-americano, contrariando a expectativa de criação de 10 mil. Os dados intensificaram a leitura de desaceleração econômica e ampliaram a precificação de um corte do Fed já na semana que vem, derrubando os yields dos títulos americanos.
Mesmo com o alívio externo e a queda do dólar, a curva curta dos juros futuros no Brasil voltou a subir à tarde, em movimento atribuído por operadores a ajustes pontuais antes da decisão do Copom, que o mercado segue precificando com quase 100% de probabilidade de manutenção da Selic em 15% na próxima semana. A curva longa, por sua vez, pouco se mexeu, refletindo a combinação de ambiente externo benigno e menor pressão doméstica.
Investidores também passaram a considerar que um eventual corte do Fed em dezembro poderia aumentar as chances de o BC iniciar a redução da Selic já em janeiro. Na quinta-feira, o mercado volta as atenções para a divulgação do PIB do terceiro trimestre, que deve influenciar as próximas apostas para a trajetória dos juros no Brasil.
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