Modelo híbrido é o favorito, mas dinheiro ainda é fator decisivo na busca por emprego

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Mais de metade dos brasileiros ainda prefere trabalhar presencial em um emprego com maior salário do que um modelo híbrido pela “metade do pagamento”. Porém, sete a cada dez trabalhadores preferem um trabalho híbrido.É o que mostra um estudo da consultoria Tax Group com 1.565 pessoas divulgada ao Valor Econômico. Quando questionados sobre o melhor modelo de trabalho, 73% responderam que o híbrido é o mais adequado.Leia tambémBanco Rendimento é alvo de ataque cibernético, mas diz ter normalizado serviçosInstituição informou que identificou e conteve um incidente de segurança cibernéticoEm outro cenário, considerando um trabalho parcialmente remoto ou um emprego 100% presencial com o dobro da remuneração, 58% dos entrevistados preferem a segunda opção, enquanto 42% ainda seguem no modelo híbrido.Os resultados evidenciam que o custo invisível do deslocamento, como tempo, trânsito, alimentação e até mesmo energia mental pesam na hora de considerar um emprego. Boa parte dos brasileiros busca mais flexibilidade.LEIA MAIS: Vagas PJ crescem 19% em 2026 enquanto CLT mantêm ritmo estávelAo mesmo tempo, profissionais com perfil voltado a resultados e ascensão rápida de carreira costumam se interessar mais pelo modelo presencial de trabalho. Esses trabalhadores, segundo o estudo, estariam dispostos a aceitar maior nível de exigência e ausência de flexibilidade em troca de um ganho financeiro.A amostra da pesquisa tem como média de idade os trabalhadores de 25 anos, sendo que 58% dos entrevistados foram mulheres. Cerca de 46% possuem até três anos de experiência profissional, 20% já têm 5 anos no mercado, e 12% trabalham por mais de dez anos. Mais da metade dos respondentes (56%) têm graduação, enquanto 12% possuem uma pós-graduação ou MBA.Em geral, de acordo com a análise do levantamento, os profissionais buscam mais controle da rotina e propósito no trabalho, o que também exige das empresas um modelo de trabalho com maior flexibilidade, mas não necessariamente o home office.O contexto implica que o regime de trabalho passou a funcionar como um filtro tanto para profissionais, quanto para empresas. As companhias com modelos presenciais tendem a atrair trabalhadores com perfis orientados ao resultado, enquanto as empresas de modelos flexíveis buscam profissionais que valorizam a autonomia e qualidade de vida.The post Modelo híbrido é o favorito, mas dinheiro ainda é fator decisivo na busca por emprego appeared first on InfoMoney.

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