‘Estreitos são artérias do mundo e não estão à venda’, diz ministro francês

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O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, afirmou que a crise energética e humanitária causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz teve início após “operações lançadas pelos Estados Unidos e Israel sem um objetivo claramente definido, conduzidas de maneira a desrespeitar o direito internacional”.Em uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre segurança marítima, Barrot acrescentou, porém, que o Irã agora é responsável pelo que está fazendo com essa via navegável crucial.Leia tambémTráfego marítimo em Ormuz segue praticamente parado sem acordo entre EUA e IrãComando Central dos EUA redirecionou 37 embarcações desde que um bloqueio ⁠foi ​imposto ao ​Irã em 13 de abrilIrã quer o apoio de Omã para cobrar pedágio de embarcações no Estreito de OrmuzMediadores liderados pelo Paquistão seguem tentando costurar um acordo, segundo a mesma fonte“Estreitos são as artérias do mundo. Não são propriedade de nenhum indivíduo. Não estão à venda e, portanto, não podem ser obstruídos por quaisquer obstáculos, pedágios ou subornos, nem pelo Irã, nem por qualquer outra parte, e sob nenhum pretexto”, declarou o francês. Fonte: Associated Press.*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.The post ‘Estreitos são artérias do mundo e não estão à venda’, diz ministro francês appeared first on InfoMoney.

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