Ibovespa hojeIbovespa sobe aos 186,3 mil pontos, dólar comercial cai a R$ 4,98 e juros futuros recuam.Brasil tem desemprego de 6,1% no tri até março, diz IBGE.Dívida pública bruta do Brasil sobe mais que o esperado em março, a 80,1%, mostra BC.Mesmo com corte na Selic, mercado ainda ficará de olho em inflação e conflito no Irã.Estrategista-chefe da RB: rejeição de indicação de Lula ao STF pode ajudar ativos.Confira as últimas dos mercados update 10h19 Iochpe-Maxion (MYPK3): começa sessão com baixa de 0,53%, a R$ 9,36, após divulgar balanço do 1T26 update 10h19 Ibovespa interrompe sequência de quedas e retoma os 186 mil pontos O Ibovespa opera em alta nas primeiras negociações desta quinta-feira (30), aos 186 mil pontos, após confirmar na véspera sua sexta queda consecutiva, com investidores reagindo às sinalizações do Banco Central sobre a possibilidade de ajuste do ritmo e da extensão do ciclo de “calibração” dos juros, enquanto no exterior o dia era de renovada aversão ao risco. Sobem as ações de VALE3, grandes bancos e varejistas, enquanto PETR4 recua com a queda dos barris de petróleo. O dólar tem leves perdas, a R$ 4,99. Na véspera, o BC cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, a 14,50% ao ano, e argumentou que precisará incorporar novas informações para definir a política monetária à frente, mencionando possibilidade de ajuste do ritmo e da extensão do ciclo de “calibração” da taxa e ressaltando o distanciamento da inflação corrente da meta. As empresas também ficam no radar, com teleconferências de resultados de Motiva (MOTV3) e Suzano (SUZB3). Na cena política, o governo Lula sofreu uma derrota histórica com a rejeição pelo plenário do Senado na noite de quarta-feira da indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União (AGU), para ocupar uma cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). No exterior, a aversão ao risco marcava os mercados, enquanto o petróleo disparou para o maior nível em quatro anos, diante de temores de que a guerra com o Irã possa se agravar, antes do anúncio das decisões de política monetária do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro sobe 0,55%, S&P Futuro avança 0,32% e Nasdaq Futuro tem valorização 0,65%. (Felipe Alves) update 10h17 Multiplan (MULT3) cai 0,95%, a R$ 31,26, nesta abertura, com investidores mergulhando no balanço do 1T26 update 10h17 Ibovespa: apenas oito ativos caem, com SUZB3 liderando, menos 2,83%, após balanço do 1T26 update 10h16 Azul (AZUL3) começa dia com alta de 1,60%, a R$ 28,50 update 10h15 Siderúrgicas começam com ganhos: CSNA3, +1,46%; GGBR4, +1,16%; GOAU4, +1,23%; USIM5, +1,00% update 10h14 Petro juniores começam dia de forma mista: PRIO3 e RECV3 descem 0,72% e 0,63%, enquanto BRAV3 sobe meros 0,05% update 10h13 Varejistas em alta nesta manhã: AMER3, +0,88%; AZZA3, +0,33%; AUAU3, +1,17%; BHIA3, +1,54%; CEAB3, +2,37%; LREN3, +0,30%; MGLU3, +0,62%; RIAA3, +1,91%; VIVA3, +1,40% update 10h11 Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,74%, aos 186.122,47 pontos update 10h11 Grandes bancos abrem a quinta-feira em alta: BBAS3, +1,38%; BBDC4, +0,73%; ITUB4, +0,77%; SANB11, +1,15% update 10h10 Vale (VALE3) começa sessão com alta de 1,79%, a R$ 80,86, após o tombo de quase 6% da véspera, por conta do balanço do 1T26 update 10h09 Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 4,9914 e venda a R$ 4,9920 update 10h09 Frigoríficos começam dia com altas: BEEF3 sobe 1,05% e MBRF3 ganha 1,44% update 10h07 Supermercadistas abre dia com ganhos: ASAI3, +1,14%; GMAT3, +1,40%; PCAR3, +0,88% update 10h06 Hapvida (HAPV3) começa dia com mais 1,11%, a R$ 11,88 update 10h05 Embraer (EMBJ3) inicia dia com mais 1,11%, a R$ 77,14 update 10h04 Petrobras abre sessão com baixas de 0,33%, tanto para PETR3 quanto para PETR4 update 10h04 Axia Energia começa sessão com altas de 1,65% (AXIA3) e 1,70% (AXIA6) update 10h02 B3 (B3SA3) abre pregão com alta de 1,06%, a R$ 18,07 update 10h02 Ibovespa abre, preliminarmente, com alta de 0,04%, aos 184.829,25 pontos update 10h01 Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,02%, aos 2.327,49 pontos update 9h57 Multiplan (MULT3): 1T26 teve resultados abaixo do esperado, segundo banco A Multiplan (MULT3) apresentou resultados do 1T26 abaixo do esperado pelo Itaú BBA. “Operacionalmente, as vendas cresceram 7% ano a ano, impulsionadas por inaugurações de expansões recentes, enquanto as vendas nas mesmas lojas (SSS) aumentaram 5,1% ano a ano e a receita nas mesmas lojas (SSR) apresentou um bom crescimento de 6,9% ano a ano. No entanto, o FFOPS ficou 8% abaixo de nossas estimativas, impactado por custos operacionais e despesas maiores do que o esperado relacionados a ativos mantidos para venda – o primeiro fator representa algum risco para nossas projeções para os anos fiscais de 2026 e 2027, mas, por ora, acreditamos que a empresa poderá elevar sua margem NOI (Net Operating Income) para níveis acima de 90% nos próximos trimestres”. O BBA mantém a tese de investimento: embora a indexação IGP-DI possa impactar o crescimento do FFO (Funds from Operations) em 2026, a empresa “opera um portfólio sólido, bem posicionado para conquistar maior participação no mercado de varejo, com a reforma tributária atuando como catalisador para uma maior consolidação do setor”. O banco reitera recomendação outperform, com preço-alvo de R$ 37. update 9h57 S&P 500 e Nasdaq renovam força após Super Quarta; veja projeções do mercado S&P 500 e Nasdaq mantêm tendência positiva, mesmo após leve acomodação. update 9h56 Dólar comercial recua 0,33%, a R$ 4,985 update 9h55 BTG Pactual aumenta participação em Méliuz para 15,09%; tem posição vendida equivalente a 13,09% das ações da companhia O Méliuz comunicou nesta quinta-feira que recebeu notificação do Banco BTG Pactual de que, em conjunto com suas subsidiárias, aumentou sua participação para aproximadamente 15,09% do total de ações ordinárias da companhia. Na correspondência à companhia, divulgada pelo Méliuz, o BTG também informou que possui instrumentos derivativos com liquidação financeira referenciados nas ações da empresa, garantindo-lhe exposição vendida equivalente a aproximadamente 13,09% dos papéis do Méliuz. update 9h50 Copom e Fed em direções opostas, mas com recados claros, diz especialista Olívia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, diz que o dia de ontem expôs, “com rara clareza, o desalinhamento entre as duas maiores engrenagens monetárias do mundo. Enquanto o Brasil iniciou um ajuste técnico, quase cirúrgico, reduzindo a Selic para 14,50% ao ano, o Federal Reserve optou pela inércia. Não por convicção absoluta, mas por divisão interna. E o mercado, como sempre, leu além do comunicado”. Ela explica que, no Brasil, o corte de 0,25 pp “veio dentro do esperado, mas carregado de um recado mais relevante que o número. O BC deixou explícito que não há espaço para entusiasmo. A inflação segue acima da meta, com expectativas em 4,9% para 2026 e 4,0% para 2027, enquanto o próprio Copom projeta 3,5% apenas no fim de 2027. Em outras palavras, cortar não significa afrouxar. Significa calibrar. A decisão foi unânime, mas o tom foi conservador”. O BC reconhece desaceleração da atividade e observa três vetores críticos: inflação de serviços resiliente, câmbio pressionado e risco geopolítico contaminando commodities. “O Brasil reduz juros com o pé no freio. E isso explica por que ainda carrega um dos maiores juros reais do planeta”. Já nos Estados Unidos, o Fed manteve a taxa. “Mas o dado que realmente importou não foi a manutenção. Foi a divisão. O maior número de votos dissidentes em mais de três décadas sinaliza um Fed fragmentado em um momento em que o mundo exige direção. Quando o consenso desaparece, a política monetária deixa de ser previsível e passa a ser interpretativa”, ela diz. “A leitura do mercado foi imediata. Se o Fed está dividido, o risco de erro aumenta. E se o risco de erro aumenta, o prêmio exigido sobe. Isso ajuda a explicar o movimento global de aversão ao risco observado no dia. Bolsas caíram, curvas de juros abriram e o dólar voltou a pressionar moedas emergentes”. update 9h48 Índice EWZ sobe 1,42% na pré-abertura dos EUA update 9h45 Taxa de desemprego de março: mercado de trabalho segue como destaque positivo da atividade econômica doméstica, diz economista Leonardo Costa, economista do ASA, diz que o mercado de trabalho segue operando em patamar historicamente apertado. A população ocupada registrou crescimento mais modesto em fevereiro e março, vindo de crescimento mais forte em janeiro. A taxa de desemprego segue operando nas mínimas históricas. O mercado de trabalho segue como destaque positivo da atividade econômica doméstica. update 9h43 Ibovespa futuro mantém alta de 0,93%, aos 188.695 pontos update 9h43 Taxa de desemprego é a menor da série histórica, considerando trimestres móveis encerrados em março, explica economista André Valério, economista-sênior do Inter, ressalta que o avanço da taxa de desemprego medida pela PNAD com 6,1% é o maior valor desde maio de 2025, mas isso reflete a sazonalidade do período. “Considerando apenas os trimestres móveis encerrados em março, essa foi a menor taxa de desocupação da série histórica, iniciada em 2012. Ainda assim, ajustando pela sazonalidade, vemos a continuidade da tendência de enfraquecimento, na margem, do mercado de trabalho, com a taxa alcançando 5,7% em março, maior valor desde setembro de 2025, nessa métrica”, explica. “No geral, vemos um mercado de trabalho ainda robusto, mas com piora em alguns indicadores importantes, como o aumento da desocupação e queda da população ocupada. Por outro lado, a renda real continua crescendo, renovando o recorde histórico, avançando 1,6% no trimestre”. A PNAD é uma média móvel trimestral, e os impactos do conflito no Irã na renda real em particular, e no mercado de trabalho em geral, só irão ficar mais visíveis nas próximas leituras, ele salienta. “A nossa expectativa é de continuidade da tendência de moderação no mercado de trabalho, com o crescimento da renda real perdendo força devido ao choque do petróleo. Esperamos que a taxa de desocupação encerre o ano em 5,6%, acima dos 5,1% observados em 2025”. update 9h39 EUA: consumo pessoal real em março, na comparação com fevereiro, sobe 0,2%, abaixo do 0,3% do mês anterior update 9h38 EUA: renda pessoal em março, na comparação com fevereiro, sobe 0,6%, acima do 0,3% esperado e da estabilidade do mês anterior update 9h36 XP é eleita, pela 8ª vez consecutiva, Melhor Assessoria de Investimentos pela Folha “O Melhor de S. Paulo”, da Folha: Reconhecimento reforça a evolução do modelo de atendimento e a consolidação do planejamento financeiro na jornada do investidor. update 9h36 EUA: índice de custo do emprego no 1T26 sobe 0,9% em relação ao 4T25, acima do 0,8% esperado e acima do 0,7% do trimestre anterior update 9h35 Canadá: PIB mensal de fevereiro, na comparação com janeiro, mostrou expansão de 0,2%, como esperado e acima do 0,1% do mês anterior update 9h34 EUA: gastos pessoais em março sobem 0,9% em comparação a fevereiro, em linha com a expectativa Em fevereiro, na comparação com janeiro, houve alta de 0,6% (revisada de mais 0,5%). update 9h33 Itaú Unibanco eleva previsão para Selic no final de 2026 para 13,25% Economistas do Itaú Unibanco revisaram sua previsão para a taxa Selic em 2026 para 13,25%, de 13%, conforme relatório enviado a clientes nesta quinta-feira, que também traz aumento na expectativa para a inflação. Na véspera, o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, a 14,50% ao ano, e argumentou que precisará incorporar novas informações para definir a política monetária à frente, mencionando possibilidade de ajuste do ritmo e da extensão do ciclo de “calibração” da taxa e ressaltando o distanciamento da inflação corrente da meta. “O Copom deu continuidade ao ciclo de flexibilização gradual, buscando calibrar o grau de restrição monetária. Diante da nova piora do cenário inflacionário, nova rodada de deterioração de expectativas e piora do balanço de riscos, revisamos a taxa Selic para 13,25% em 2026 (de 13,00%)”, afirmou a área de pesquisa macroeconômica do banco, chefiada por Mario Mesquita. (Reuters) update 9h33 EUA: pedidos iniciais de seguro-desemprego esta semana ficaram em 189 mil, bem abaixo da expectativa de 213 mil A leitura da semana anterior apontou 215 mil (revisada de 214 mil). A média das últimas quatro semanas ficou em 207,50 mil, abaixo da média das quatro encerradas na semana passada, que ficou em 211,00 mil (revisada de 210,75 mil). Os pedidos contínuos estão em 1,785 milhão, abaixo do 1,808 milhão da semana anterior (revisado de 1,821 milhão). update 9h32 EUA: núcleo do PCE sobe 3,2% em março na comparação com março de 2025, como esperado Em fevereiro, frente a fevereiro de 2025, houve alta de 3,0%. update 9h31 EUA: núcleo do PCE sobe 0,3% em março em relação a fevereiro, em linha com a expectativa Em fevereiro, ante janeiro, a alta foi de 0,4%. update 9h31 EUA: PCE sobe 3,5% em março em relação a março de 2025, como projetado pelo mercado Em fevereiro, na relação com fevereiro de 2025, a alta foi de 2,8%. A meta do Federal Reserve é de 2%. update 9h30 EUA: índice de preços de consumo pessoal (PCE) sobe 0,7% em março em relação a fevereiro, em linha com a expectativa Em fevereiro, ante janeiro, a alta foi de 0,4%. update 9h30 EUA: prévia do PIB do 1T26 mostra expansão de 2,0% em relação ao 4T25, abaixo da expectativa de mais 2,2% No 4T25, em reação ao 3T25, houve expansão de 0,5%. update 9h23 Copom: novo corte pode vir na próxima reunião, projeta Bradesco “Por um lado, o aumento da projeção de inflação indica que a Selic necessária para a convergência da inflação é maior, por outro, mesmo com mais incerteza, o comitê entende que houve espaço para seguir o ciclo e avaliar, ao longo do tempo, eventual necessidade de ajuste no ritmo e na extensão desse ciclo”, resume o Bradesco. “Entendemos que a maior probabilidade é de um novo corte de 25 pontos-base na próxima reunião do Copom. Nosso cenário, que pressupõe recuo dos preços de petróleo ao longo do ano, é compatível com continuidade do ciclo”. update 9h20 DXY: índice dólar apresenta baixa de 0,57%, aos 98,40 pontos update 9h19 DIs: juros futuros abrem dia com baixas por toda a curva Taxa (%)Variação (pp)DI1F2714,155-0,050DI1F2813,850-0,100DI1F2913,735-0,110DI1F3113,735-0,100DI1F3213,775-0,085DI1F3313,785-0,090DI1F3413,805-0,065DI1F3513,775-0,065 update 9h18 Líder supremo do Irã: nova fase está se formando no Golfo e em Ormuz após guerra Líder supremo do Irã emitiu recado em mensagem publicada nesta quinta. update 9h14 Irã adverte EUA sobre retorno a conflito prolongado se for atacado, diz mídia Qualquer ataque dos Estados Unidos contra o Irã, mesmo que limitado, dará início a “ataques longos e dolorosos” a posições regionais dos EUA, disse um representante sênior da Guarda Revolucionária à mídia estatal na quinta-feira. “Vimos o que aconteceu com suas bases regionais e veremos a mesma coisa acontecer com seus navios de guerra”, acrescentou o comandante da Força Aeroespacial, Majid Mousavi, de acordo com a Student News Network. Ele estava respondendo a uma reportagem do site Axios que dizia que os militares dos EUA prepararam um plano para uma onda “curta e poderosa” de ataques ao Irã. (Reuters) update 9h11 México: preliminar do PIB do 1T26 mostra expansão de 0,1% em relação ao 1T25, pior do que a expectativa de mais 0,8% No 4T25, em relação ao 4T24, houve alta de 1,8%. update 9h10 México: preliminar do PIB do 1T26 mostra contração de 0,8% em relação ao 4T25, pior do que a expectativa de menos 0,5% No 4T25, em relação ao 3T25, houve alta de 0,9%. update 9h10 Ibovespa futuro amplia alta, com +1,08%, aos 188.960 pontos update 9h03 Mini-índice com vencimento em junho de 2026 (WINM26) abre dia com alta de 0,86%, aos 188.510 pontos update 9h03 Dívida pública bruta do Brasil sobe mais que o esperado em março, a 80,1%, mostra BC A dívida bruta do Brasil subiu mais do que o esperado em março e o déficit primário do setor público consolidado superou as expectativas no mês, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pelo Banco Central. A dívida pública bruta do país como proporção do PIB fechou o mês em 80,1%, contra 79,2% no mês anterior. Já a dívida líquida do setor público foi a 66,8%, de 65,5%. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de 79,6% para a dívida bruta e de 66,1% para a líquida. Em março, o setor público consolidado registrou um déficit primário de R$80,676 bilhões, contra expectativa de economistas consultados em pesquisa da Reuters de um saldo negativo de R$ 66,75 bilhões. O desempenho mostra que o governo central teve rombo de R$ 74,813 bilhões, enquanto Estados e municípios registraram déficit primário de R$5,394 bilhões e as estatais tiveram saldo negativo de R$469 milhões, mostraram os dados do Banco Central. update 9h02 Dólar comercial abre em baixa de 0,42%, cotado a R$ 4,980 na compra e na venda update 9h02 Ibovespa futuro avança 0,80%, aos 188.445 pontos update 9h02 Brasil tem desemprego de 6,1% no tri até março, diz IBGE A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,1 por cento nos três meses até março, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. A mediana das previsões em pesquisa da Reuters era de que a taxa ficaria em 6,1 por cento por cento no período update 9h01 Dólar futuro abre em baixa de 0,25%, cotado aos 5.007,50 pontos update 9h01 Minidólar com vencimento em maio (WDOK26) começa o dia com queda de 0,36%, cotado a 4.980,00 update 9h01 Ibovespa futuro abre em alta de 0,69%, cotado aos 188.245 pontos update 9h01 Bitcoin Futuro (BITFUT) começa dia com baixa de 0,57%, aos 383.500,00 update 9h00 Preços dos combustíveis no Brasil ampliam diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 94 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 48 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.Diesel A S10 (média nacional): -58%, ou -R$ 2,09 (ontem: -49%, ou -R$ 1,77)Gasolina A (média nacional): -82%, ou -R$ 2,06 (ontem: -72%, ou -R$ 1,81) update 8h57 Trump diz que EUA analisam possível redução de suas tropas na Alemanha A declaração de Trump segue suas críticas ao chanceler alemão, Friedrich Merz, na terça-feira sobre a guerra no Irã. update 8h55 Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto update 8h51 Estrategista-chefe da RB: rejeição de indicação de Lula ao STF pode ajudar ativos Esta foi a primeira vez desde 1894 em que um indicado pelo presidente da República é vetado pela Casa. update 8h45 Unilever aumentará preços à medida que guerra no Irã eleva custos A Unilever disse nesta quinta-feira que aumentará os preços para suavizar o impacto dos custos mais altos do que o esperado, impulsionados pela guerra no Irã, mesmo tendo divulgado um crescimento de vendas subjacente no primeiro trimestre acima das previsões dos analistas. A fabricante do sabonete Dove e do desodorante Axe, listada em Londres, que tem uma avaliação de mercado de mais de US$120 bilhões, manteve inalterada sua previsão de vendas e margem de lucro para 2026, indicando que espera resistir ao impacto do aumento da incerteza econômica. As empresas de bens de consumo estão enfrentando um dos ambientes de custo mais desafiadores dos últimos anos, devido ao aumento dos preços das commodities e às interrupções na cadeia de suprimentos decorrentes da guerra envolvendo EUA, Israel e Irã. A Unilever disse que espera uma inflação de custos total para o ano inteiro de cerca de 750 milhões a 900 milhões de euros (US$876 milhões a US$1,05 bilhão), incluindo custos mais altos de logística e de fábrica. update 8h44 CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para junho está em 96% 17/0629/073,75%-4,00%––3,75%-3,50%96,9%90,7%3,25%-3,50%3,1%9,1%3,00%-3,25%–0,2% update 8h41 Acionistas da Braskem elegem presidente da Petrobras para liderar conselho A eleição ocorreu depois que a Petrobras assinou novo acordo de acionistas da Braskem na semana passada. update 8h38 Primeiros ETFs de mercado preditivo chegam aos EUA, com foco em eleições Gestora Roundhill prevê listagem de seis fundos atrelados a resultados eleitorais americanos, com retorno total em caso de acerto e perda quase integral em caso de erro. update 8h37 FIIs têm salto de até 332% em volume negociado nos últimos doze meses; veja ranking Crescimento se concentra em fundos maiores e mais líquidos, refletindo avanço da escala do mercado e início de maior participação institucional. update 8h34 Japão diz que uma ação cambial “decisiva” está próxima em alerta mais forte até o momento A Ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, disse nesta quinta-feira que o momento de tomar uma “ação decisiva” no mercado cambial está se aproximando, em seu sinal mais forte até agora de uma possível intervenção para sustentar o iene. “Tenho mencionado a possibilidade de tomar medidas decisivas. Acredito que o momento de tomar uma ação decisiva está se aproximando”, disse Katayama a repórteres. “Aconselho todos vocês, repórteres, a carregarem seus smartphones o tempo todo, inclusive durante os feriados”, acrescentou ela. O iene disparou logo após a fala de Katayama, ganhando mais de um iene de cerca de 160,60 por dólar em uma hora. No início da noite em Tóquio, a moeda estava em 159,35. Katayama se recusou a comentar quando perguntado se a ação poderia incluir uma intervenção cambial individual ou conjunta com os Estados Unidos para conter a queda do iene. Mas a frase “ação decisiva” é normalmente vista como um sinal final de Tóquio antes de intervir no mercado cambial. (Reuters) update 8h30 Gerdau: bancos elevam projeções após resultados positivos do primeiro trimestre Medidas antidumping podem oferecer potencial de alta para resultados da companhia. update 8h27 Líder supremo do Irã diz que nova fase está se formando no Golfo e no Estreito de Ormuz após guerra O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, disse em uma mensagem escrita publicada na quinta-feira que um novo capítulo para o Golfo e o Estreito de Ormuz está tomando forma desde que a guerra do Irã com Estados Unidos e Israel começou em 28 de fevereiro. update 8h22 Mesmo com corte na Selic, mercado ainda ficará de olho em inflação e conflito no Irã O ambiente de incertezas acontece tanto pela piora de expectativas de inflação quanto também por riscos do cenário externo que ainda deve seguir mercado. update 8h20 Com derrota de Messias, indicação ao STF pode ser escolha de novo presidente Analistas ouvidos pelo InfoMoney avaliam que recusa de Messias dá recados duros ao governo e antecipam uma eleição difícil em outubro. update 8h16 Israel diz a moradores de oito cidades libanesas para sair antes de ataques Os militares israelenses alertaram moradores de oito cidades libanesas fora da “zona tampão” para que deixem suas casas imediatamente na quinta-feira, antes de ataques. A “zona tampão” no sul do Líbano foi ocupada pelas tropas israelenses antes de um cessar-fogo anunciado no início deste mês, mas que não conseguiu interromper totalmente as hostilidades. update 8h15 Banco da Inglaterra mantém juros e avalia riscos da guerra do Irã para a inflação O Banco da Inglaterra manteve a taxa de juros nesta quinta-feira e definiu cenários para o impacto econômico da guerra no Irã, um dos quais poderia exigir um aumento “vigoroso” nos custos dos empréstimos. Os nove membros do Comitê de Política Monetária votaram por 8 a 1 para manter a taxa básica de juros em 3,75%, com apenas o economista-chefe Huw Pill buscando um aumento para 4,0% agora, em linha com as expectativas de uma pesquisa da Reuters com economistas. Um dia após o Federal Reserve ter mantido os juros nos Estados Unidos e pouco da decisão do Banco Central Europeu, o comitê disse que continuará a monitorar de perto a situação no Oriente Médio. Embora haja o risco de “efeitos secundários relevantes” decorrentes do choque nos preços da energia – como demandas por salários mais altos ou aumento de preços pelas empresas em vez de absorção dos custos mais altos – o mercado de trabalho está enfraquecendo e um aumento nos custos de empréstimos do mercado financeiro ajudaria a limitar a inflação, disse o comitê. update 8h13 Economia da zona do euro cresce 0,1% no primeiro trimestre A economia da zona do euro registrou crescimento fraco no primeiro trimestre, segundo uma estimativa preliminar divulgada nesta quinta-feira, oferecendo o primeiro retrato da atividade desde a eclosão do conflito com o Irã. A zona do euro, importadora de energia, é considerada particularmente vulnerável entre as economias avançadas às interrupções nos embarques de petróleo, gás e outros produtos pelo Estreito de Ormuz, que começaram no final de fevereiro. A Eurostat informou que o Produto Interno Bruto do bloco monetário de 21 países cresceu 0,1% nos três meses até março em relação ao trimestre anterior , de acordo com uma leitura preliminar, ficando abaixo das previsões dos economistas e do ritmo registrado no trimestre anterior, ambos de 0,2%. Uma série de pesquisas nesta semana aponta para uma nova desaceleração da atividade, com a confiança empresarial enfraquecendo, os serviços se deteriorando, os lucros caindo e as exportações ainda afetadas pelas tarifas, enquanto os bancos sinalizam condições de crédito mais restritivas. (Reuters) update 8h12 Inflação da zona do euro acelerou em abril e eleva pressão sobre o BCE para aumentar os juros A inflação da zona do euro subiu ainda mais acima da meta de 2% do Banco Central Europeu em abril, aumentando a pressão sobre o banco para aumentar as taxas de juros, mesmo que o crescimento econômico benigno e os dados de preços subjacentes diminuam a urgência de qualquer movimento. Reunido no momento em que uma série de dados importantes foi publicada, é provável que o BCE ainda mantenha as taxas de juros nesta quinta-feira, mas os números da inflação aumentam os argumentos para que o banco pelo menos sinalize que uma alta nos juros – talvez já em junho – pode ser necessária para combater um aumento nos preços ao consumidor impulsionado pela energia. A inflação saltou para 3,0% em abril, de 2,6% no mês anterior, e espera-se um novo aumento, já que os preços do petróleo atingiram na quinta-feira o maior valor em quatro anos, de US$124, devido às consequências da guerra com o Irã. No entanto, os números não indicam que a inflação elevada de energia esteja se infiltrando na economia como um todo, gerando um impacto de segunda ordem que pode desencadear uma espiral de inflação autossustentável. update 8h10 Irani (RANI3) registra queda no lucro de quase 70% no 1º tri O grupo Irani disse na manhã de quinta-feira que o seu lucro líquido para o primeiro trimestre foi R$19,4 milhões, um recuo de mais de 68% em relação ao mesmo período no ano anterior. De acordo com comunicado enviado ao mercado, o resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado caiu 17,1% para R$113,5 milhões. A receita líquida foi de R$409,8 milhões no trimestre, refletindo queda de 3,1% ano a ano. O grupo propôs a distribuição de 25% do lucro líquido em dividendos, o que corresponde a R$0,022431061 por ação. update 8h10 Barris de petróleo viram para quedas e minério de ferro sobe 1% Apoós subirem forte no início do dia, os barris de petróleo agora recuam, após um relatório indicar que militares dos EUA informariam o presidente Donald Trump sobre uma possível ação contra o Irã, aumentando as preocupações de que um conflito armado possa ser retomado e reforçando o bloqueio americano às exportações iranianas. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com dados otimistas sobre a atividade industrial na China elevando as perspectivas de demanda na segunda maior economia do mundo.Petróleo WTI, -0,22%, a US$ 106,64 o barrilPetróleo Brent, -1,53%, a US$ 116,23 o barrilMinério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,60%, a 796 iuanes (US$ 116,40) update 8h09 Bolsas da Ásia fecham dia de forma mista As bolsas da Ásia encerraram o dia de forma mista. As ações chinesas de tecnologia saltaram nesta quinta-feira, ajudando os principais índices a registrarem seu melhor mês desde agosto, enquanto as ações de Hong Kong caíram depois que o Federal Reserve sinalizou preocupações com o aumento da inflação. A atividade das fábricas chinesas expandiu-se pelo segundo mês consecutivo em abril, devido à produção mais firme e à atividade de estocagem, segundo uma pesquisa oficial, sugerindo que a dinâmica do crescimento se manteve apesar dos impactos externos decorrentes da guerra no Oriente Médio. Os mercados financeiros da China continental estarão fechados para o feriado do Dia do Trabalho a partir de sexta-feira, e as negociações serão retomadas na próxima quarta-feira. Os mercados de Hong Kong estarão fechados apenas na sexta-feira para o feriado.Shanghai SE (China), +0,11%Nikkei (Japão): -1,06%Hang Seng Index (Hong Kong): -1,28%Nifty 50 (Índia): -0,60%ASX 200 (Austrália): -0,24% update 8h05 Bolsas da Europa operam de forma mista Os mercados europeus operam de forma mista, enquanto os investidores analisam os últimos relatórios sobre a guerra no Irã e acompanham uma série de resultados corporativos e decisões de bancos centrais. O Banco Central Europeu e o Banco da Inglaterra divulgarão suas decisões de política monetária hoje.STOXX 600: +0,35%DAX (Alemanha): +0,28%FTSE 100 (Reino Unido): +1,00%CAC 40 (França): -0,59%FTSE MIB (Itália): -0,30% update 8h02 EUA: índices futuros avançam juntos após balanços Os índices futuros dos EUA operam com ganhos nesta quinta-feira (30), em meio à combinação entre a disparada do petróleo e a repercussão dos balanços das principais empresas de tecnologia, que reforçaram o otimismo com a continuidade da demanda por inteligência artificial. As ações da Alphabet, controladora do Google, dispararam 7% no pregão estendido após superarem as expectativas. Microsoft e Amazon também tiveram um bom desempenho, mas a Meta Platforms, dona do Instagram, decepcionou devido a preocupações com seus investimentos em inteligência artificial. Todas as atenções agora estão voltadas para o resultado da Apple. O petróleo Brent chegou a superar os US$ 126 por barril, renovando a máxima em quatro anos, antes de reduzir os ganhos e ser negociado a US$ 121,84. O movimento ocorre após reportagem da Axios indicar que o presidente Donald Trump avalia novas opções militares, elevando os temores de uma escalada nas tensões geopolíticas.Dow Jones Futuro: +0,76%S&P 500 Futuro: +0,21%Nasdaq Futuro: +0,27% update 8h01 Banco da Inglaterra mantém taxa de juros em 3,75% update 8h00 Abertura de mercados Investidores nacionais devem reagir nesta quinta-feira às menções do Banco Central sobre a possibilidade de ajuste do ritmo e da extensão do ciclo de “calibração” dos juros, enquanto no exterior o dia era de renovada aversão ao risco. Na véspera, o BC cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, a 14,50% ao ano, e argumentou que precisará incorporar novas informações para definir a política monetária à frente, mencionando possibilidade de ajuste do ritmo e da extensão do ciclo de “calibração” da taxa e ressaltando o distanciamento da inflação corrente da meta. O dia terá ainda a divulgação dos dados de resultado primário de março pelo BC e da taxa de desemprego no trimestre até março pelo IBGE. As empresas também ficam no radar, com teleconferências de resultados de Motiva (MOTV3), WEG (WEGE3) e Suzano (SUZB3). Na cena política, o governo Lula sofreu uma derrota histórica com a rejeição pelo plenário do Senado na noite de quarta-feira da indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União (AGU), para ocupar uma cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). (Reuters) update 7h54 Principais índices em Nova York terminaram sessão de ontem de forma mista e sem força Investidores em Wall Street operaram com cautela, observando o Federal Reserve manter a taxa de juros, com uma entrevista coletiva do presidente da instituição, Jerome Powell, em sua última decisão no cargo, acrescentando pouco. Além disso, os investidores estão de olho nos balanços das big techs, que saem entre hoje e amanhã. “Embora se espere que as grandes empresas de tecnologia superem as expectativas de lucro, o foco do mercado está totalmente voltado para as projeções futuras, tanto em relação às trajetórias de crescimento quanto ao ritmo dos investimentos”, disse à CNBC Chris Brigati, diretor de investimentos da SWBC. “Cada empresa enfrenta sua própria dinâmica, mas a entrega de resultados tangíveis a partir de investimentos elevados continua sendo o teste crucial”.Dia (%)PontosDow Jones-0,5748.861,68S&P 500-0,047.136,11Nasdaq0,0424.673,24 update 7h52 DIs: juros futuros terminaram ontem com altas por toda a curva Taxa (%)Variação (pp)DI1F2714,2050,090DI1F2813,9500,225DI1F2913,8450,265DI1F3113,8350,250DI1F3213,8600,245DI1F3313,8750,245DI1F3413,8700,250DI1F3513,8400,220 update 7h50 Dólar comercial fecha com alta de 0,40%, valendo R$ 5,001 O dólar comercial volta a subir diante do real, após três quedas seguidas. O movimento vai na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,31%, aos 98,94 pontos.Venda: R$ 5,001Compra: R$ 5,001Mínima: R$ 4,979Máxima: R$ 5,013 update 7h48 Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem Maiores baixasDia (%)Valor (R$)WEGE3-6,7544,10VALE3-5,8779,44MGLU3-5,398,08COGN3-5,192,74BRAP4-4,6422,61Maiores altasDia (%)Valor (R$)BRKM55,558,94HYPE33,2722,73PETR33,1654,47PRIO33,0766,38PETR43,0348,96Mais negociadasNegóciosDia (%)VALE374.699-5,87PETR459.5383,03WEGE348.494-6,75BBAS341.497-3,68B3SA337.088-3,51 update 7h45 Ibovespa terminou ontem com baixa de 2,05%, aos 184.750,42 pontos Máxima: 188.709,96Mínima: 184.504,18Diferença para a abertura: -3.868,27 pontosVolume: R$ 28,90 bilhõesConfira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:Segunda-feira (27): -0,61%Terça-feira (28): -0,51%Quarta-feira (29): -2,05%Semana: -3,14%Abril: -1,45%2T26: -1,45%2026: +14,66% Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas.Sugestões, dúvidas e críticas entre em contato com lara.rizerio@infomoney.com.br.IM Trader: notícias, análises, vídeos, podcasts e guias no novo canal do InfoMoney sobre Mercados.The post Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa sobe e volta aos 186 mil pontos; VALE3 sobe 2% appeared first on InfoMoney.
