Bolsas de NY fecham em alta de mais de 1% com alívio geopolítico e de olho em Nvidia

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São Paulo, 20 – As bolsas em Nova York fecharam em alta na sessão desta quarta-feira, 20, com novo impulso no apetite por risco após a liberação parcial do fluxo no Estreito de Ormuz e a queda nos preços do petróleo. O mercado aguardava a divulgação do relatório trimestral da Nvidia, após o fechamento dos negócios do dia.O Dow Jones teve alta de 1,30%, aos 50.009,35 pontos. O S&P 500 subiu 1,1%, aos 7.432,97 pontos, e o Nasdaq avançou 1,54%, encerrando em 26.270,36 pontos.Os índices ampliaram os ganhos durante a sessão, em meio às expectativas de que um acordo entre os Estados Unidos e o Irã pode ser alcançado em breve, além dos relatos de que embarcações comerciais – inclusive petrolíferas – atravessaram o Estreito.Diante do cenário, os preços do petróleo recuaram quase 6%, também pressionando as ações das empresas de energia. A Exxon Mobil recuou 3,86%, Devon Energy caiu 2,48% e a Chevron, 3%. Na contramão, as companhias aéreas se beneficiaram da queda da commodity. A United Airlines saltou 10%, enquanto a Delta avançou 9,39% e a American subiu 7,38%.O setor de tecnologia também registrou bom desempenho, com altas da AMD (+8,10%) e Intel (+7,36%) em destaque. A Micron Technology também teve ganhos, em 4,76%, após a rival sul-coreana Samsung Electronics não conseguir chegar a um acordo com líderes sindicais. O destaque é da Nvidia (+1,3%), com divulgação dos resultados agendada para após o fechamento dos mercados.Com as expectativas “altíssimas”, segundo o Swissquote, “mesmo um resultado muito acima do esperado pode não desencadear as altas eufóricas vistas durante o boom inicial da IA”.Em reação aos balanços, a Target perdeu 3,82%, enquanto a Immunovant disparou 35%. Já a AMC Entertainment avançou 11,76% após o CEO Adam Aron afirmar na terça-feira que comprou mais 250 mil ações da empresa.*Com informações de Dow Jones NewswiresThe post Bolsas de NY fecham em alta de mais de 1% com alívio geopolítico e de olho em Nvidia appeared first on InfoMoney.

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