4 Jun (Reuters) – A Boeing está explorando a possibilidade de aumentar a produção da sua aeronave mais vendida, o 737, para além de sua meta declarada publicamente de 63 aeronaves por mês, informou a Air Current na quinta-feira.A fabricante de aviões está elaborando planos e avaliando se seus fornecedores poderiam suportar o aumento da produção de seus jatos de corredor único para cerca de 70 por mês, disse a reportagem, citando fontes familiarizadas com o assunto.A meta elevada testaria a resiliência de sua cadeia de suprimentos e aproximaria os planos de produção da Boeing das metas de produção da rival Airbus para o seu segmento concorrente de jatos de corredor único.Os estudos ainda estão em fase inicial e o incremento pode não vir a ser adotado, segundo a reportagem.O fabricante de aviões dos EUA disse em maio que estava aumentando a produção de seus jatos 737 MAX de 42 para 47 por mês, após consultar a Administração Federal de Aviação dos EUA.Leia tambémMcKinsey alerta que domínio chinês de terras raras ameaça indústria e defesa dos EUAEssenciais para carros elétricos, mísseis, turbinas e caças, esses minerais se tornaram uma arma estratégica de Pequim‘Estamos trabalhando com a taxa de 47 e devemos chegar lá nos próximos meses’, disse o presidente-executivo Kelly Ortberg na conferência da Bernstein em maio.Quando solicitada a comentar, a Boeing remeteu às declarações feitas por Ortberg na conferência, sem fornecer mais detalhes.A Airbus vem há muito tempo buscando atingir uma produção mensal de 75 jatos da família A320neo, mas adiou repetidamente essa meta devido a restrições na cadeia de suprimentos. Agora, a empresa espera atingir uma produção de 70 a 75 unidades por mês até o final de 2027, com planos de estabilizar a produção em 75 unidades a partir de então.Atualmente, a empresa está produzindo uma média de cerca de 60 jatos de corredor único por mês.(Reportagem de Shivansh Tiwary em Bengaluru)The post Boeing avalia ampliar produção do 737 para se aproximar da Airbus, diz Air Current appeared first on InfoMoney.
