O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (22), CDBs com taxas prefixadas de até 15,200% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 9,400% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 105,5% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas atreladas à inflação que pagam até IPCA+6,230% em 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 87% do CDI em mais de 12 meses.
LCIs prefixadas pagam até 12,000% em 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 87% do CDI com vencimento em mais de 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (22)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos juros futuros (DIs) fecharam a sexta-feira (19) em alta, com destaque para os vencimentos mais longos, dando continuidade ao movimento observado na véspera, após a repercussão do comunicado do Copom. Sem a referência dos Treasuries, por conta de feriado nos Estados Unidos, o mercado local operou com liquidez reduzida e ajustes pontuais.
A ausência do mercado americano limitou as negociações, em um pregão marcado por uma espécie de “ressaca” após a forte abertura da curva na quinta-feira. Ainda assim, o viés de alta prevaleceu, especialmente na ponta longa, refletindo a reprecificação iniciada após o tom considerado “dovish” do Banco Central.
Na curva, o movimento foi assimétrico. A ponta curta teve leve alta, com o DI para janeiro de 2027 avançando apenas 1 ponto-base, a 14,255%, indicando estabilidade nas apostas para a trajetória imediata da Selic. Já a ponta longa voltou a abrir de forma mais intensa, com o DI para janeiro de 2035 subindo 14 pontos-base, a 14,735%.
A leitura de mercado segue sendo de que o comunicado do BC trouxe ruídos e sinalizou maior disposição para cortar a Selic, possivelmente já em agosto, mesmo diante da piora das expectativas de inflação. Esse entendimento elevou os prêmios de risco nos vértices mais longos, mais sensíveis ao cenário fiscal e inflacionário de médio e longo prazo.
Com a ata do Copom prevista apenas para a próxima semana, os investidores adotaram postura mais cautelosa, o que limitou movimentos mais amplos na ponta curta. Por outro lado, a curva longa seguiu pressionada, em um ambiente de menor liquidez, amplificando a volatilidade nos vencimentos mais distantes.
No exterior, o cenário geopolítico no Oriente Médio e a alta do petróleo adicionaram incerteza, mas tiveram impacto secundário sobre a curva doméstica. O principal vetor seguiu sendo a reavaliação da política monetária brasileira, que manteve a inclinação da curva, com juros mais altos no longo prazo.
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