Messi e Cristiano Ronaldo disputam recorde histórico na Copa do Mundo

Blog

Poucas rivalidades resistem ao tempo. A de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, porém, continua produzindo novos capítulos mesmo após duas décadas. Na Copa do Mundo de 2026, os dois craques voltaram a marcar e alcançaram uma marca histórica que nenhum outro jogador havia construído em um intervalo tão longo. O feito tem origem em 2006, quando ambos estrearam como artilheiros em Mundiais. O que a seleção brasileira precisa fazer para se classificar na Copa do Mundo hoje?Como Messi e Cristiano Ronaldo chegaram à marca Na Copa do Mundo de 2006. Messi marcou seu primeiro gol em Mundiais no dia 16 de junho, na vitória da Argentina sobre Sérvia e Montenegro. Um dia depois, Cristiano Ronaldo balançou as redes pela primeira vez no torneio ao converter um pênalti diante do Irã.Duas décadas mais tarde, os dois voltaram a marcar na edição de 2026. Messi fez dois gols na vitória argentina sobre a Áustria, enquanto Cristiano Ronaldo também marcou duas vezes na goleada de Portugal sobre o Uzbequistão. Com isso, ambos alcançaram um intervalo superior a 20 anos entre o primeiro e o mais recente gol em Copas do Mundo.A marca os coloca acima de outros nomes históricos do torneio. Jogadores como Miroslav Klose, Michael Laudrup e Ivica Olić registraram intervalos pouco superiores a 12 anos entre o primeiro e o último gol em Mundiais, ficando bem atrás da dupla que dominou o futebol mundial nas últimas duas décadas.Próximos jogos podem definir a disputaA próxima oportunidade para o desempate já tem data marcada. A Argentina de Messi enfrenta a Jordânia no sábado (27), enquanto Portugal, de Cristiano Ronaldo, mede forças com a Colômbia no mesmo dia.Como ambos seguem vivos no torneio, qualquer novo gol pode alterar a liderança do ranking. Se avançarem no mata-mata, os dois ainda terão novas chances de ampliar a marca e até de se enfrentar em uma das fases decisivas da competição.The post Messi e Cristiano Ronaldo disputam recorde histórico na Copa do Mundo appeared first on InfoMoney.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *