Com o anúncio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de junho de 2026, que subiu 0,41%, o mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (25), CDBs com taxas prefixadas de até 15,200% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,750% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 107% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas pós-fixadas que pagam até 87% do CDI em mais de 12 meses.
LCIs prefixadas pagam até 12,000% em 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 87% do CDI com vencimento em mais de 1 ano.
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (25)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos juros futuros (DIs) fecharam a quarta-feira (24) em queda firme, superior a 25 pontos-base em alguns vencimentos, com investidores dando continuidade ao movimento de redução de prêmios na curva após a divulgação da ata do Copom na véspera. O recuo foi reforçado por um ambiente externo mais favorável, com queda dos rendimentos dos Treasuries.
A comunicação do Banco Central consolidou a leitura de que a Selic não deve subir no curto prazo e que a convergência da inflação à meta de 3% ocorrerá apenas no primeiro trimestre de 2028. O sinal de uma trajetória mais suave para a política monetária abriu espaço para o fechamento das taxas, especialmente nos vencimentos intermediários.
Na curva, o movimento foi mais intenso a partir dos contratos de médio prazo, com destaque para o DI para janeiro de 2028, que caiu 24 pontos-base, a 14,325%. A ponta longa também acompanhou o alívio, com o DI para janeiro de 2035 recuando 21 pontos-base, a 14,235%, refletindo a compressão dos prêmios ao longo da estrutura a termo.
A ponta curta seguiu pressionada para baixo, em linha com a retirada de apostas em aperto monetário e a possibilidade de novos cortes da Selic. Parte do mercado passou a enxergar que a ata abre espaço para uma continuidade do ciclo de flexibilização, ainda que com cautela.
No exterior, o movimento de queda dos rendimentos foi consistente, com investidores buscando ativos mais seguros pelo segundo dia consecutivo. A baixa do petróleo também contribuiu para o recuo dos Treasuries, reforçando o alívio na curva brasileira.
Com isso, a combinação de sinalização mais branda do BC e cenário externo benigno levou a um fechamento relevante da curva de juros, com queda disseminada entre os vértices e maior intensidade nos trechos intermediários e longos.
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