O lucro líquido da Companhia Brasileira de Alumínio, a CBA (CBAV3), atingiu R$ 410 milhões no segundo trimestre de 2026, de acordo com balanço divulgado nesta terça-feira (4). No mesmo período do ano anterior, a companhia registrou prejuízo de R$ 73 milhões.O trimestre foi marcado pelo preço médio recorde do alumínio na LME a US$ 3.571 a tonelada, maior patamar para um trimestre, segundo a CBA. Ao comparar com o mesmo trimestre no ano anterior, a alta do preço foi de 46%.Leia tambémGPA (PCAR3) tem prejuízo líquido de R$ 204 milhões no 2º tri, alta anual de 15,5%A receita líquida somou R$4,23 bilhões de abril ao final de junho, recuando 9,6% na comparação anualVulcabras (VULC3) encerra 2º tri com lucro líquido recorrente estável, a R$ 143,7 miReceita líquida tem avanço, com alta de 11% na comparação anualAlém do aumento do preço, o volume total de vendas de alumínio também cresceu. Ao final do período, a companhia alcançou 131 mil toneladas, representando um crescimento de 10% na comparação anual.Com o crescimento das vendas, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado cresceu 273% se comparado ao 2º tri de 2025. Desta vez, o Ebitda ajustado chegou a R$ 705 milhões.De acordo com a companhia, esse foi o Ebitda maior da história da empresa, 3,7 vezes o resultado observado no 2T25 e 51% superior ao resultado reportado no primeiro trimestre. A margem Ebitda do período também cresceu 18 pontos percentuais na comparação anual.Leia mais:Confira o calendário de resultados do 1º trimestre de 2026 da Bolsa brasileiraTemporada de balanços do 1T26 em destaque: veja ações e setores para ficar de olhoA receita líquida subiu 28% ao ano, alcançando R$ 2,6 bilhões no 2º tri. O desempenho reflete a alta dos preços e o crescimento nos volumes de venda, com destaque para o segmento de primários. A dívida líquida encerrou o trimestre em R$2,8 bilhões, redução de 10% em relação a março de 2026.The post CBA (CBAV3) reverte prejuízo e tem lucro líquido de R$ 410 mi no 2º tri appeared first on InfoMoney.
