SÃO PAULO, 16 Set (Reuters) – Analistas do JPMorgan atualizaram suas previsões para o Banco do Brasil e cortaram o preço-alvo dos papéis para dezembro de 2027 de R$24 para R$22, vislumbrando uma perspectiva ainda desafiadora para a carteira de crédito do agronegócio.Para 2026, eles cortaram a previsão do lucro recorrente para R$16,879 bilhões, com retorno sobre o patrimônio (ROE) de 9%. Em 2027, o lucro é estimado em R$23,524 bilhões, 12% menor do que o calculado anteriormente, com ROE perto de 12%.Leia tambémBBA reduz projeções para bancos e rebaixa Nubank; Bradesco é único bancão com compraAnalistas reforçaram sua preferência por empresas ligadas ao mercado de capitais, como B3 (B3SA3), BTG Pactual (BPAC11) e XP (BDR: XPBR31), em detrimento a bancos tradicionaisBBAS3: ação sobe no ano com atenção às eleições – mas analistas seguem cautelososEm análises recentes, Itaú BBA, JPMorgan e Bradesco BBI reiteraram recomendação neutra para os ativos BBAS3Entre os fatores para a revisão, os analistas citaram expectativa de maiores despesas com provisões, lembrando ainda o forte aumento na inadimplência no cartão de crédito no segundo trimestre.Também apontaram menor resultado de margem financeira (NII) com o mercado e receitas mais fracas em participações societárias, especialmente da BB Seguridade.A equipe do banco norte-americano, contudo, manteve a recomendação neutra para os papéis.‘Embora vejamos desafios para o Banco do Brasil, acreditamos que a volatilidade associada ao cenário eleitoral ainda justifica uma postura mais equilibrada em relação ao papel.’Na bolsa paulista, por volta de 12h35, as ações do BB mostravam acréscimo de 0,59%, a R$22,17, enquanto o Ibovespa cedia 0,04%.The post JPMorgan reduz previsão de lucro para Banco do Brasil e corta preço-alvo da ação appeared first on InfoMoney.
