Quase 50% dos americanos estão usando IA para as compras do Halloween este ano

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Quase metade (47%) dos consumidores nos Estados Unidos estão usando plataformas e ferramentas de Inteligência artificial (IA) para apoiar suas compras de Halloween neste ano, segundo um recorte da tradicional pesquisa sobre o feriado realizada pela National Retail Federation, a maior associação de varejistas do país.Segundo o estudo, os principais casos de uso de IA são o brainstorming e a geração de ideias durante o planejamento da festa (34%) ou recomendações durante a pesquisa de produtos (32%).“A IA está se tornando uma parte cada vez mais comum da jornada de compras do consumidor”, disse Phil Rist, vice-presidente executivo de Estratégia da Prosper Insights & Analytics, responsável pela pesquisa. “À medida que os consumidores se preparam para o Halloween, muitos estão usando essas ferramentas para pensar em fantasias e temas de decoração, explorar opções de produção e encontrar inspiração que ajude a dar vida às suas celebrações.”Leia mais: Comprar com IA é o futuro? Para os bancos, é perigoso; entendaLeia mais: Nem tarifas assustam americanos no Halloween, que esperam recorde de vendasAinda de acordo com o estudo, as pesquisas online (32%) continuam sendo a principal fonte de inspiração para fantasias do Dia das Bruxas, embora o número tenha caído em relação aos 37% do ano passado e marque seu nível mais baixo em uma década.Enquanto isso, as lojas de varejo e de fantasias são a segunda fonte de inspiração mais popular para fantasias (26%) e a principal fonte de inspiração para decorações (31%).Consumo em altaEspera-se que os gastos dos consumidores com o Halloween atinjam US$ 13,5 bilhões este ano, um valor maior que o recorde de US$ 13,1 bilhões de 2025. “Os consumidores continuam fazendo do Halloween uma prioridade de gastos, mas também estão abordando a temporada com foco na acessibilidade”, disse Allison Zeller, vice-presidente de Insights da Indústria e do Consumidor da NRF.“Os varejistas estão oferecendo uma ampla gama de produtos em diferentes faixas de preço, facilitando para os consumidores celebrarem de maneiras que se encaixam em seus orçamentos”, detalhou.O Halloween continua sendo um feriado popular para os consumidores americanos, com 74% planejando celebrá-lo este ano, número semelhante aos 73% do ano passado. A participação no feriado se manteve estável desde o aumento de popularidade durante a pandemia — e é notavelmente maior do que os níveis pré-pandemia, quando apenas 68% dos consumidores planejavam celebrar em 2019.Atividades como distribuir doces (61%), usar fantasias (50%), decorar a casa ou o jardim (42%), esculpir abóboras (42%) e assistir a filmes de terror (42%) são as principais maneiras pelas quais os consumidores marcam a ocasião, segundo a pesquisa.Embora se espere que os consumidores gastem em média US$ 115,14 por pessoa, em linha com os US$ 114,45 por pessoa em 2025, eles devem permanecer atentos aos custos e estão adotando uma abordagem estratégica para suas compras de Halloween.As principais categorias de compras para o feriado permanecem em grande parte consistentes com o ano passado. Os doces continuam sendo a compra mais popular, com 96% dos consumidores planejando comprar guloseimas, respondendo por US$ 4,1 bilhões em gastos.As decorações vêm em seguida, com 78% e US$ 4,3 bilhões, enquanto 71% dos compradores devem gastar US$ 4,4 bilhões em fantasias. Os cartões comemorativos são mais populares este ano, com as compras planejadas aumentando para 42%, ante 38% em 2025, com gastos previstos para totalizar US$ 0,8 bilhão.As lojas de desconto (39%) continuam sendo o destino principal para compras de Halloween, seguidas por lojas especializadas em Halloween/fantasias (32%) e online (27%).As empresas locais e de pequeno porte também viram um aumento no interesse dos compradores, com 13% dos consumidores planejando fazer compras de Halloween nessas lojas, quase o dobro dos 7% de uma década atrás, em 2016.The post Quase 50% dos americanos estão usando IA para as compras do Halloween este ano appeared first on InfoMoney.

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