Alckmin afirma que deixará Ministério do Desenvolvimento no dia 2 de abril

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O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços no dia 2 de abril para se dedicar às eleições. Ele seguirá como vice-presidente até o fim do mandato.Ainda não está definido se Alckmin seguirá como vice do presidente Lula (PT) em sua chapa à reeleição em outubro ou se irá concorrer a outro cargo, mas para disputar qualquer cargo ele precisa se desincompatibilizar da função de ministro, de acordo com a Lei Eleitoral.— Cumprindo a legislação, vice-presidência não tem desincompatibilização, mas do ministério tem. Então, a data é 4 de abril, mas dia 3 é sexta-feira santa… então provavelmente dia 2. — falou durante evento da Confederação Nacional da Indústria, em São Paulo, sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia.Leia tambémGovernador de Roraima deixa cargo para disputar Senado em 2026Antonio Denarium renuncia dentro do prazo eleitoral e passa governo ao viceEm campanha, Tebet chama Tarcísio de ‘ingrato’ e diz preferir mulheres ao SenadoMinistra criticou governador no evento de filiação ao PSB, na noite desta sexta-feira, 27, na AlespIndagado sobre seu futuro político, Alckmin apenas afirmou que “o presidente define”.Na noite desta sexta, Alckmin participou da filiação de Simone Tebet ao PSB, que vai concorrer ao Senado por São Paulo.— Vamos ter, este ano, uma escolha entre quem respeita o povo e quer democracia e quem gosta de ditadura, que é mandar no povo — declarou Alckmin no evento, que ocorreu na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).Há algumas semanas, Lula sinalizou que Alckmin também poderia ser candidato ao Senado na chapa de Fernando Haddad (PT) na eleição paulista. O vice-presidente, porém, deseja ficar no cargo de vice-presidente.Dirigentes do PSB optaram por não rebater publicamente o assunto, mas admitem, sob reserva, que o presidente tensiona a relação e gera certa pressão e constrangimento com Alckmin. Isso porque, segundo interlocutores, o presidente nacional da sigla, João Campos, prefeito de Recife, já deixou claro a Lula que o único ponto não negociável da aliança eleitoral passa pela manutenção do vice-presidente no cargo.O partido, nesse sentido, não pretende criar empecilhos para a segunda vaga ao Senado em São Paulo, nem pela composição com Haddad, assim como se coloca à disposição para impulsionar a campanha paulista do PT. Mas, segundo afirmam essas fontes consultadas pelo GLOBO, a alternativa de Alckmin, caso seja preterido em nome de uma articulação com uma sigla do Centrão, como o MDB, seria “voltar para casa”, e não encarar as urnas para outra função pública. The post Alckmin afirma que deixará Ministério do Desenvolvimento no dia 2 de abril appeared first on InfoMoney.

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