O Ibovespa encerrou a última sessão em alta, interrompendo uma sequência de duas baixas consecutivas. O índice avançou 0,98%, aos 182.793 pontos, após oscilar entre a mínima em 181.347 pontos e a máxima em 182.889 pontos. Na semana anterior, o mercado chegou a renovar a máxima histórica na região dos 186.449 pontos, patamar que segue como principal referência no radar do curto prazo.Pelo gráfico diário, observo que o Ibovespa permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, retomando o movimento ascendente após o ajuste recente. O viés segue construtivo, embora o índice já opere em níveis mais esticados, o que exige atenção redobrada à dinâmica do fluxo nos próximos pregões. O IFR (14) em 76,26 reforça a leitura de zona de sobrecompra, aumentando a sensibilidade do mercado a correções pontuais.Para dar continuidade ao movimento de alta, será fundamental a entrada de fluxo comprador capaz de superar a resistência em 183.620 pontos e, principalmente, a máxima histórica em 186.449 pontos. Acima desses níveis, os alvos projetados se concentram em 187.335 pontos e, em uma extensão mais longa, na região de 189.335/190.000 pontos. Por outro lado, a perda da faixa de suporte em 180.088/175.500 pontos pode reabrir espaço para uma correção mais profunda, com o índice mirando 169.629/166.467 pontos.Expert Trader XP inicia vendas para evento presencial em São PauloGráfico de 60 minutosNo gráfico de 60 minutos, o Ibovespa confirmou o viés positivo ao fechar acima das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando potencial de continuidade do movimento de alta no curtíssimo prazo. O avanço, no entanto, depende da superação da região de resistência em 182.851/183.715 pontos, faixa que concentra oferta relevante no intradiário.Caso essa resistência seja vencida, o índice tende a buscar como próximos alvos a região de 185.064/186.449 pontos, com possibilidade de extensão até a faixa de 186.715/187.700 pontos. Em sentido oposto, para que o mercado retome o fluxo de baixa, será necessária a entrada consistente de volume vendedor que rompa o suporte em 181.562/180.088 pontos. A perda dessa região pode intensificar o movimento corretivo, abrindo espaço para testes em 177.741/175.268 pontos, com objetivo mais longo em 174.800/171.817 pontos.Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo PazMinicontratosAcompanhei o mini-índice (WING26) encerrando a última sessão (02/02) em alta de 0,60%, aos 183.655 pontos, movimento que manteve o contrato acima das médias móveis de 9 e 21 períodos nos gráficos intradiários.O cenário segue construtivo no curto prazo, com o mini-índice sustentado acima das médias no intraday e mantendo viés altista após a correção recente. No gráfico de 15 minutos, o mercado monitora a região de suporte em 183.450/183.250 e a primeira resistência em 184.060/184.765, que deve definir a direção mais imediata do pregão. Já no gráfico de 60 minutos, o ativo também permanece acima das médias, indicando continuidade do fluxo comprador, desde que haja entrada de volume para romper resistências mais próximas.Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo PazConfira o que esperar para o mini-índice nesta terça-feira (03)Fechei a última sessão (02/02) observando o minidólar (WDOH26) praticamente estável, com alta de 0,02%, aos 5.291,5 pontos.O minidólar encerrou o pregão com leve viés positivo e permanece acima das médias curtas no intraday, sinalizando potencial de continuidade, desde que haja entrada de volume comprador. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte está em 5.286/5.278 e a primeira resistência em 5.298,5/5.312. Já no gráfico de 60 minutos, observo um movimento de recuperação em curso, com o preço sustentado acima das médias de 9 e 21 períodos, o que mantém o cenário construtivo no curtíssimo prazo.Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo PazConfira o que esperar para o minidólar nesta terça-feira (03)Acompanhei uma sessão marcada por forte pressão vendedora no futuro de Bitcoin (BITG26). O contrato com vencimento em janeiro encerrou o último pregão em queda expressiva de 6,69%, aos 415.440 pontos, evidenciando uma mudança abrupta no fluxo de curto prazo. Pelo gráfico diário, o movimento de baixa foi acompanhado pela abertura de um gap relevante, reforçando a leitura de predominância do fluxo vendedor. O contrato rompeu importantes faixas de suporte e passou a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com afastamento considerável — um sinal clássico de aceleração da tendência de baixa. Ainda assim, a intensidade do movimento chama atenção para a possibilidade de repique técnico no curtíssimo prazo. O IFR (14) recuou para 24,72, entrando em zona de sobrevenda, o que aumenta a probabilidade de reações pontuais, sem que isso, por ora, altere o viés principal.Do ponto de vista operacional, a continuidade do movimento de baixa ganha força caso o preço rompa de forma consistente a faixa de 412.040/389.525, abrindo espaço para testes em 368.160/335.345, com alvos mais longos em 319.630/294.980. Já uma tentativa de recuperação exigirá a superação da resistência em 421.920/433.580; acima desse patamar, o contrato pode buscar 451.240/462.205, com projeções estendidas para 474.165/488.215..Fonte: Nelogica. Gráfico Diário. Elaboração Rodrigo PazSuporte e resistênciaConfira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta terça-feira (03).Fonte: Nelogica. Elaboração: Rodrigo PazConfira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice. 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