Google corta 35% dos gerentes de “equipes pequenas” em um ano, diz CNBC

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Sinal de que a reestruturação da gigante de tecnologia continua em curso, o Google eliminou mais de um terço dos cargos de gerência responsáveis por pequenas equipes ao longo do último ano, conforme revelou Brian Welle, vice-presidente de análise de pessoas e performance da companhia, em áudio de uma reunião interna obtido pela CNBC nesta quarta-feira (27).“Atualmente, temos 35% menos gerentes, com menos subordinados diretos, do que há um ano”, disse Welle, segundo a gravação. “Foi um progresso rápido nesse sentido.”Leia tambémAdvogados de Musk tentam impedir que OpenAI obtenha documentos de oferta da MetaAdvogados de Musk tentam impedir que OpenAI obtenha documentos de oferta da Meta, segundo registroCEO brasileiro pode receber R$ 200 milhões com venda bilionária da dona do Café PilãoOliveira assumiu o comando da JDE Peet’s em novembro de 2024, após uma década na Kraft Heinz; ele prometeu manter disciplina nos preços para compensar o aumento no custo do caféA movimentação faz parte do esforço do Google para reduzir a burocracia e tornar a operação mais eficiente. Segundo uma fonte ouvida pela emissora americana, a redução de 35% se refere especificamente a gerentes que supervisionavam menos de três funcionários, um perfil que a empresa entende como excessivamente granular e pouco produtivo na nova fase.Durante o encontro, executivos da companhia foram questionados por funcionários sobre a segurança de seus empregos, entraves internos e o impacto da nova cultura corporativa após sucessivas rodadas de demissões, programas de desligamento voluntário e reorganizações.“Quando analisamos toda a nossa população de liderança — isso inclui gerentes, diretores e vice-presidentes — queremos que esse grupo represente uma fatia menor da força de trabalho total ao longo do tempo”, afirmou Welle.Eficiência sem inchaço: a diretriz de Sundar PichaiO CEO Sundar Pichai endossou as mudanças e reforçou a mensagem central da liderança: “Precisamos ser mais eficientes à medida que crescemos, para não resolvermos tudo simplesmente aumentando o número de funcionários.”Desde o ano passado, o Google já demitiu cerca de 6% de sua força de trabalho global e vem promovendo cortes em diferentes divisões. A Alphabet, controladora da empresa, também tem sinalizado uma nova disciplina orçamentária. A CFO Anat Ashkenazi, que assumiu em 2024, declarou em outubro que pretendia “levar os cortes um pouco mais adiante”.Em paralelo, a empresa vem oferecendo programas de saída voluntária (VEP, na sigla em inglês) como alternativa a demissões generalizadas. Segundo executivos, dez áreas de produto já implementaram esse modelo, incluindo times de busca, marketing, hardware e recursos humanos. De acordo com Fiona Cicconi, diretora global de pessoas do Google, entre 3% e 5% dos funcionários dessas áreas aceitaram as ofertas.“Na verdade, o programa tem sido bastante bem-sucedido”, disse Cicconi no encontro, acrescentando: “Acredito que podemos continuar com ele.”Pichai também defendeu o modelo voluntário, afirmando que a ideia surgiu a partir de escuta ativa da própria força de trabalho:“É um programa que demandou muito trabalho para ser implementado, e estou satisfeito por termos feito isso. Ele dá mais autonomia aos funcionários — e fico feliz em ver que está funcionando.”The post Google corta 35% dos gerentes de “equipes pequenas” em um ano, diz CNBC appeared first on InfoMoney.

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