O plano que pode reposicionar o Brasil no mapa global da economia digital

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No coração do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, um projeto bilionário começa a reposicionar o Brasil no mapa da economia digital. A promessa é ousada: transformar a cidade em um dos dez maiores hubs de Inteligência Artificial do mundo.

Por trás dessa iniciativa está a Elea Data Centers, responsável pela criação da Rio AI City, um complexo de data centers que une escala inédita, sustentabilidade e impacto econômico.

Sustentabilidade como diferencial competitivo

A primeira fase do projeto prevê 1,5 GW de energia renovável, com potencial de expansão para 3,2 GW. Capacidade essa, aliás, comparável às maiores estruturas do planeta.

Essa potência é a base para atender à nova onda da economia digital. Marcada pelo uso massivo de Inteligência Artificial e pela demanda crescente por armazenamento e processamento de dados.

Um dos pontos centrais da Rio AI City é sua concepção verde. O complexo utiliza 100% de energia renovável certificada, sistemas de resfriamento sem uso de água e soluções arquitetônicas que favorecem eficiência energética.

Imagem ilustrativa de como deve ficar a estrutura do Rio AI City – (Foto: Divulgação)

Além disso, a localização estratégica garante conexão direta a hubs de cabos submarinos e acesso a uma rede elétrica com 99,8% de disponibilidade, um dos índices mais altos do mundo.

Parcerias globais reforçam a confiança

Em agosto de 2025, durante o Rio Innovation Week, a Elea assinou um Memorando de Entendimentos (MoU) com a Oracle e a Prefeitura do Rio de Janeiro.

O acordo, que contou com a presença do prefeito Eduardo Paes, de Alessandro Lombardi, fundador da Elea, e de Alexandre Maioral, CEO da Oracle Brasil, consolidou a confiança de players globais no projeto e marcou um passo decisivo para transformar o Parque Olímpico no maior hub de data centers da América Latina.

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Impacto econômico e social

A Rio AI City vai além da infraestrutura digital. O projeto integra um plano de revitalização urbana, apoiado pela Prefeitura, que prevê a geração de mais de 10 mil empregos diretos e indiretos.

O complexo também deve impulsionar startups, centros de pesquisa e empresas globais de tecnologia. Fortalecendo cadeias produtivas ligadas à inovação em todo o país.

O Brasil no centro da transformação digital

Para Alessandro Lombardi, chairman da Elea, a iniciativa reposiciona o país no cenário global.

“Nosso projeto combina disponibilidade energética, conectividade de classe mundial e sustentabilidade para atrair os cérebros que desenharão o futuro. O Brasil tem todas as condições de se tornar o epicentro global da infraestrutura digital.”

Com alta capacidade energética, infraestrutura sustentável e parcerias estratégicas, a Rio AI City se firma como um marco na transformação digital do país e reforça o papel do Rio como protagonista na economia do futuro.
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