3 Mar (Reuters) – A Oncoclínicas (ONCO3) disse nesta terça-feira que obteve uma tutela antecipada em caráter antecedente impedindo o Banco de Brasília (BRB) de promover mudanças na gestão ou na governança dos fundos detentores (FIPs) de ações da empresa.Conforme comunicado emitido ao mercado, a tutela também impede o BRB de dispor sobre as cotas e ativos dos referidos fundos.Leia tambémJPMorgan corta CBA para neutra após venda de controle ancorar preço das açõesCom as ações ancoradas próximas ao valor em dinheiro da OPA, o JPMorgan entende que o desempenho tende a refletir principalmente o cronograma de fechamentoGoverno do DF tenta votar projeto de socorro ao BRB, mas análise ainda é dúvidaPresidente do banco público, Nelson Antônio de Souza, se reuniu por cerca de 12 horas com deputados distritais para discutir a propostaO BRB possui 98,3 milhões de ações da Oncoclínicas, representando uma participação de 8,68%, segundo informações no site da companhia.A Oncoclínicas destacou que a decisão judicial liminar não representa um desfecho definitivo e final do assunto, já que está sujeita aos recursos previstos em lei.O grupo declarou anteriormente que as cotas da Oncoclínicas detidas pelo Banco Master foram transferidas para o BRB após a liquidação extrajudicial, e que iria tomar medidas que incluem o exercício de opção de compra sobre os FIPS Quiron e Tessalia, que detêm ações da Oncoclínicas.O Banco Master se tornou acionista da Oncoclínicas em 2024 com participação de 20% na empresa após injetar R$1 bilhão por meio dos FIPs em uma rodada de aumento de capital. A participação foi posteriormente diluída a 8,68% decorrente de outro aumento de capital.As ações da Oncoclínicas caíam 2,7% no pregão de terça-feira, a R$2,49.The post Oncoclínicas busca impedir interferência do BRB com tutela antecipada appeared first on InfoMoney.
