O avanço do projeto de lei que reduz penas de condenados pelos ataques do 8 de janeiro e pela trama golpista na Câmara dos Deputados, nesta semana, foi fator decisivo para que o governo Trump retirasse o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sua esposa Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex, ligado à família do ministro, da lista de sancionados pela Lei Magnitsky, de acordo com fontes do governo americano.Leia tambémLei Magnitsky: o que é a sanção dos EUA retirada contra Alexandre de MoraesLegislação americana permite aos EUA impor sanções econômicas a indivíduos acusados de corrupção ou graves violações de direitos humanosO que muda para Alexandre de Moraes após saída da lista da Lei Magnitsky dos EUAExclusão do ministro do STF do cadastro do Tesouro americano derruba restrições financeiras, comerciais e de circulação impostas desde a sançãoUm oficial do governo afirmou ao Globo que o avanço do texto na Câmara foi visto pelo Departamento de Estado dos EUA como um passo na direção certa que, na visão de interlocutores do secretário Marco Rubio, sinalizariam que a suposta situação de lawfare – nome dado ao uso do Judiciário como arma de perseguição política – no Brasil está melhorando.O projeto é chamado pelos integrantes do governo americano de “lei da anistia”, apesar de não prever de fato a eliminação das penas.Além disso, integrantes da gestão de Trump afirmam que a permanência de Moraes e de sua esposa na lista de sancionados seria inconsistente com os interesses da política externa dos Estados Unidos.The post PL da Dosimetria foi importante para retirada de sanções a Moraes, diz governo Trump appeared first on InfoMoney.
