UE e EUA estão próximos de acordo sobre minerais para combater controle chinês

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10 Abr (Reuters) – A União ⁠Europeia e os Estados ⁠Unidos estão se aproximando de um acordo ‌para coordenar a produção e a segurança de minerais críticos, informou a Bloomberg ‌News nesta sexta-feira.O acordo em potencial incluiria incentivos como garantias de preço mínimo que poderiam favorecer fornecedores não chineses, disse a reportagem, citando um ‘plano de ação’.Leia tambémChoque do petróleo bate forte na inflação dos EUA, mas sem contaminar núcleosVariação mensal do CPI foi a maior desde 2022 e índice anualizado de 3,3% foi o mais alto desde abril de 2024, mas preços de serviços apontam desaceleração; economistas veem Fed ainda cauteloso em abril e junhoA UE ⁠e ‌os EUA também cooperariam em padrões, ⁠investimentos e projetos conjuntos, juntamente com uma maior coordenação sobre quaisquer interrupções de fornecimento por países como a China, acrescentou a reportagem.A Comissão Europeia não ​quis comentar. O escritório do representante comercial dos EUA não respondeu imediatamente ​aos pedidos de comentário da Reuters.O comissário de Comércio da UE, Maros Sefcovic, disse em março que teve uma reunião ‘muito positiva’ com o representante de ‌comércio dos EUA, Jamieson Greer, ​à margem de uma reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões, onde os dois lados ⁠concordaram em ​avançar ainda ​mais no trabalho sobre minerais críticos e também discutiram ⁠tarifas.O acordo entre a ​UE e os EUA abrangeria ‘minerais críticos ao longo de toda a cadeia de valor ​e gerenciamento do ciclo de vida, incluindo exploração, extração, processamento, refino, reciclagem ​e recuperação’, ⁠informou a Bloomberg, citando um memorando de entendimento não vinculante.Os ⁠EUA têm se esforçado para obter acesso a reservas minerais essenciais, especialmente às cadeias de suprimentos de terras raras, atualmente dominadas por empresas chinesas.The post UE e EUA estão próximos de acordo sobre minerais para combater controle chinês appeared first on InfoMoney.

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