4 ações sobem mais de 20% e 6 caem ao menos 10%: os destaques do Ibovespa em julho

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O Ibovespa fechou julho em alta de 3,47%, com a volta do fluxo estrangeiro e a despeito do tarifaço aplicado pelos EUA a produtos do Brasil. Como destaque de alta entre as ações do índice, atenção para papéis do setor de mineração e siderurgia: CSN Mineração (CMIN3) e Gerdau (GGBR4). Distribuidoras de combustíveis também se destacaram positivamente, caso de Ultrapar (UGPA3) e Vibra (VBBR3), enquanto Vamos (VAMO3) também esteve entre as maiores altas. Já no campo negativo, duas construtoras, Direcional (DIRR3) e Cury (CURY3) e a siderúrgica Usiminas (USIM5). TIM (TIMS3), C&A (CEAB3) e Marcopolo (POMO4) completam a lista dos ativos que caíram ao menos 10% no mês. Confira abaixo os destaques do índice no mês:Maiores altas CSN Mineração (CMIN3; +37,92%)As ações da CSN Mineração se destacaram como a maior alta do Ibovespa no mês, mas por movimentos mais técnicos do que fundamentalistas. Conforme aponta a Ágora Investimentos, a CSN Mineração acelerou seu programa de recompra, que prevê a aquisição de até 50 milhões de ações (o equivalente a 3,18% do total em circulação), com fim projetado para 19 de novembro de 2027.Isso, somado ao ambiente técnico de menor liquidez em nosso mercado, parece ter desencadeado um severo movimento de shot squeeze que impulsionou as ações ao longo deste mês, avalia a equipe de análise.O short squeeze acontece quando muitos investidores estão vendidos (short) em uma ação e, subitamente, uma notícia faz os preços dispararem, obrigando esses investidores a zerar as posições vendidas para limitar as perdas.A mineradora divulgará seus resultados apenas no dia 12 de agosto, mas os analistas já estão de olho nos números da companhia, com a visão de dados pressionados.Na visão do Safra, a CSN Mineração deve reportar Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado próximo de R$ 964 milhões no trimestre, queda de 32% em relação ao trimestre anterior.Ultrapar (UGPA3; +26,92%) e Vibra (VBBR3; +22,29%)Duas ações do mesmo setor, de distribuição de combustíveis, se destacaram no mês com visão positiva para os números das companhias. No início do mês, o Bank of America elevou a recomendação para UGPA3 de neutra para compra, apontando que os resultado do 2T26 poderiam servir como um importante catalisador para a ação, impulsionados por margens em níveis recordes (superiores a R$ 400 por metro cúbico) e por uma forte geração de fluxo de caixa livre (FCF).O Bradesco BBI também apontou visão positiva ao ressaltar que, apesar do desempenho recente das ações, a dinâmica de lucros e os anúncios relacionados a fusões e aquisições (M&A) ainda podem oferecer um forte potencial de valorização para a Ultrapar. “No entanto, vale ressaltar que a tese de compra do papel já não é tão óbvia quanto no início desta alta (quando a UGPA3 estava cotada a R$ 23/ação e o dividend yield implícito para 2026-27E, visando atingir uma alavancagem de 1,5x em 2027E, superava 25% sem considerar recursos de venda de ativos). Consequentemente, acreditamos que a Vibra pode ser uma boa opção para diversificar a alocação no segmento de distribuição de combustíveis, especialmente considerando seu valuation mais atrativo”, avalia o BBI. Os analistas do banco continuam a preferir empresas de distribuição de combustíveis em relação às de petróleo, devido à menor volatilidade associada aos preços do petróleo e aos ventos favoráveis ​​estruturais decorrentes de dois anos de iniciativas governamentais e do setor para combater a informalidade no mercado de combustíveis.Olhando estritamente para os balanços, o Safra espera que UGPA3 registre um dos melhores desempenhos do setor. A expectativa é de uma alta de 56% do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado consolidado, para R$ 3,62 bilhões. O principal destaque deve ser a Ipiranga, beneficiada pela combinação de margens mais elevadas e crescimento dos volumes vendidos. A Ultragaz também deve apresentar evolução da rentabilidade, enquanto a Hidrovias do Brasil contribui com uma recuperação expressiva dos resultados.A Vibra Energia (VBBR3) também deve se beneficiar do ambiente positivo para a distribuição de combustíveis, avalia, com projeção de crescimento dos volumes comercializados e forte expansão das margens unitárias.Além disso, a Comerc deve apresentar recuperação operacional, contribuindo para a melhora do desempenho consolidado. Com isso, a expectativa é de Ebitda ajustado de R$ 4,09 bilhões, avanço de 67% frente ao trimestre anterior.Vamos (VAMO3; +21,45%)A Vamos registrou uma sessão de ganhos com os últimos dados reforçando a continuidade do processo de recuperação da companhia. Os dados operacionais divulgados em meados do mês e referentes ao 2T26 tiveram como principal destaque a taxa de utilização da frota, que atingiu 88,6%, avanço de 4,7 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior e de 0,8 ponto percentual frente ao trimestre anterior, alcançando o maior nível desde 2020 e já posicionada dentro da faixa projetada pela administração para o final de 2026. Outro ponto relevante foi a redução das retomadas de ativos para R$ 189 milhões, queda de 48% em base anual e de 33% na comparação trimestral, marcando o menor nível desde o 3T23 e sem concentração relevante em setores específicos. A receita líquida total alcançou R$ 1,55 bilhão, crescimento de 10% em relação ao 2T25, impulsionada principalmente pela operação de locação, cuja receita avançou para R$ 1,0 bilhão, novo recorde para a companhia. A receita com venda de ativos somou R$ 359 milhões, enquanto a divisão industrial registrou R$ 112 milhões. Além disso, ressalta o Bradesco BBI, a companhia indicou que a margem Ebitda da operação de locação deverá superar tanto o patamar registrado no 2T25 quanto no 1T26, beneficiada por ganhos de eficiência, diluição de custos, menor inadimplência e maior alavancagem operacional.“A combinação de maior utilização da frota, redução consistente das retomadas e crescimento da receita de locação sugere que as iniciativas implementadas pela companhia — incluindo o programa Sempre Novo, a venda de seminovos e as extensões contratuais — seguem contribuindo para a redução dos estoques e para a melhora da rentabilidade”, apontou o BBI. Gerdau (GGBR4; +19,58%)O otimismo tem aumentado para os acionistas de Gerdau. De maneira geral, a visão é de que a empresa está passando por um momento positivo em diversos segmentos operacionais, seja no Brasil ou na operação da América do Norte.Em julho, a XP Investimentos revisou as estimativas para o setor de aço brasileiro e reiterou sua preferência por Gerdau, com recomendação de compra, mesmo tendo outras companhias sendo mais favorecidas agora.Segundo os analistas do banco Citi, o desempenho de margens melhor do que o esperado aqui no Brasil no segundo trimestre deste ano tem impulsionando o aumento da receita por tonelada. O Citi manteve recomendação de compra para GGBR4, com preço-alvo passando de R$ 27 para R$ 29.Olhando para os resultados do 2T26, a serem divulgados no próximo dia 4 de agosto, a expectativa é de crescimento de 11% do resultado operacional (Ebitda) em base trimestral, para R$ 3,28 bilhões. No Brasil, a margem deve chegar a 9,7%, uma alta de 0,5 ponto percentual, com melhor mix de produtos e alta de 3,5% nos preços domésticos. Na América do Norte, a margem deve atingir 25,5%, avanço de 1,4 p.p., impulsionadapor sazonalidade mais favorável e aumento de 4% nos preços em dólar. Veja as ações do Ibovespa que subiram em julho:TickerPreço (R$)Variação no mês (%)CMIN35,7137,92%UGPA333,0426,92%VBBR336,0422,29%VAMO33,3421,45%GGBR424,9819,58%PETR349,0417,97%GOAU410,9217,42%PRIO360,8516,13%PETR443,4214,78%MGLU35,0313,54%RADL318,4811,33%FLRY317,1410,72%CSAN34,0710,00%RAIL314,449,64%B3SA315,739,24%RECV310,678,32%BBSE341,268,21%BBAS321,358,21%KLBN1118,257,86%SANB1128,627,35%TOTS331,067,18%BRAV319,87,03%HAPV311,286,92%SUZB343,326,73%EMBJ386,896,13%SLCE313,385,77%CSNA34,845,45%BPAC1156,85,19%ENGI1149,815,06%CSMG364,174,96%CMIG411,344,90%CPFE346,144,25%BBDC418,433,42%BEEF33,663,39%BBDC315,993,36%PSSA354,73,27%ITSA413,823,13%HYPE321,272,75%MOTV314,762,36%WEGE347,22,03%CXSE320,251,96%ITUB442,891,06%ENEV326,310,23%Maiores baixasDirecional (DIRR3; -18,17%) e Cury (CURY3; -13,51%)Apesar da recuperação nos últimos pregões de julho, as ações de Direcional (DIRR3) e Cury (CURY3) se destacaram entre as maiores quedas do Ibovespa no mês. A pressão foi decorrente principalmente de preocupações com o crédito imobiliário, desaceleração nas vendas e receios sobre o crescimento do setor.Conforme destaca o Itaú BBA, as ações das construtoras de baixa renda caíram cerca de 15% desde a divulgação das prévias operacionais do segundo trimestre, refletindo dúvidas dos investidores sobre a sustentabilidade do ritmo de vendas e os impactos de eventuais restrições de crédito.Apesar disso, o banco manteve sua visão positiva para o segmento, destacando que os papéis negociam a múltiplos considerados atrativos. Entre os destaques estão Cury e Direcional, além de Tenda (TEND3).O Bradesco BBI também apontou que a queda das ações do setor parece ter sido excessiva, sobretudo entre as construtoras de baixa renda. Segundo o banco, os papéis do segmento passaram a negociar cerca de 40% abaixo das máximas recentes e próximos das mínimas de 52 semanas, apesar de os fundamentos continuarem relativamente saudáveis.Para os analistas, a frustração dos investidores com as vendas do segundo trimestre não justifica o tamanho da correção observada na Bolsa. A casa destaca que o aumento dos preços médios dos imóveis vendidos deve compensar parte da desaceleração de volumes observada nas prévias operacionais, enquanto fatores como ruídos eleitorais e incertezas geopolíticas acabaram ampliando a pressão sobre as ações.Usiminas (USIM5; -14,42%)A visão de que a Usiminas (USIM5) já passou pelo seu melhor momento no ano levou a um enfraquecimento para as ações da companhia. No 2T, a Usiminas reportou um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado de R$ 692 milhões no 2T26, em linha com as estimativas, refletindo um desempenho sólido na siderurgia compensado por números mais fracos na mineração. A siderurgia se beneficiou de um mix de vendas premium para o setor automotivo e maiores preços, enquanto a mineração foi sustentada pontualmente por uma redução de estoques. O destaque positivo ficou por conta da forte geração de caixa livre, que elevou a posição de caixa líquido da companhia para R$ 99 milhões. Contudo, já para o 3T26, a empresa indicou resultados de siderurgia estáveis e uma piora sequencial na mineração, pressionada por custos de frete marítimo e menores volumes. Além disso, a Usiminas reduziu sua projeção de Capex para 2026 em R$ 200 milhões no ponto médio.“Avaliamos que o resultado do 2T26 marca o pico do ano para a Usiminas, com a dinâmica de lucros perdendo força daqui para frente devido à fraqueza do mercado de aços planos e pressões de custos com matérias-primas. Consideramos as estimativas de consenso atuais muito otimistas e vemos riscos de baixa para as projeções do próximo trimestre, o que nos leva a reiterar nossa postura cautelosa e recomendação neutra para os papéis”, apontou o Bradesco BBI. Para o Goldman Sachs, um fator seria decisivo para uma mudança de percepção sobre a companhia: a capacidade de implementar novos reajustes nos preços do aço. O banco avalia que a Usiminas precisará elevar preços ao longo do segundo semestre de 2026 e de 2027 para recompor margens e sustentar uma visão mais construtiva para o papel.C&A (CEAB3; -12,27%)As ações da C&A estiveram entre as maiores perdas do mês em meio a uma visão ainda cautelosa para o setor, em meio a uma combinação de preocupações macroeconômicas, revisões de expectativas para o segundo semestre e fatores técnicos relacionados ao mercado. Em relatório sobre o setor, o JPMorgan afirma que o ambiente para o varejo brasileiro tende a ficar mais difícil nos próximos meses. A instituição chama atenção para a perspectiva de juros elevados por mais tempo, aumento do endividamento das famílias para perto de 30% da renda mensal e aceleração da inflação de alimentos, fatores que reduzem o poder de compra do consumidor. Além disso, os analistas destacam uma disputa crescente pela renda disponível das famílias. Segundo o banco, as apostas esportivas passaram a consumir cerca de 1,5% da massa salarial brasileira em 2026, mais que o dobro do observado em 2019. O fenômeno estaria afetando não apenas gastos discricionários, mas também categorias consideradas essenciais. Outro ponto de atenção para as empresas de moda é o avanço das compras internacionais. O JPMorgan observa que, após mudanças tributárias ocorridas em maio, as importações de produtos vindos do exterior ganharam força em junho. Na visão do banco, esse movimento pode pressionar as vendas das varejistas nacionais de vestuário, incluindo C&A (CEAB3), Lojas Renner (LREN3) e Riachuelo (RIAA3), ao longo do segundo semestre. Apesar da cautela com o cenário macroeconômico, o JPMorgan espera um segundo trimestre sólido para a C&A. A projeção é de crescimento de cerca de 4% nas vendas mesmas lojas (SSS, indicador que mede o desempenho de unidades abertas há pelo menos um ano), mesmo diante de uma base de comparação considerada difícil, já que o indicador havia avançado 17% no mesmo período do ano passado. O desempenho, segundo o banco, foi sustentado por um mix de produtos equilibrado e pela boa aceitação das coleções lançadas ao longo do trimestre.O problema é que o mercado parece mais preocupado com o que vem pela frente. Os analistas observam que o setor desacelerou em junho por conta do efeito da Copa do Mundo sobre o fluxo nos shoppings e que o segundo semestre tende a enfrentar desafios maiores relacionados à renda do consumidor e à concorrência das plataformas internacionais.O banco reduziu em 10% suas projeções de lucro por ação para 2026 e 2027 e cortou o preço-alvo para dezembro de 2026 de R$ 18 para R$ 15 por ação. Ainda assim, a recomendação permaneceu overweight, equivalente à compra.TIM (TIMS3; -12,20%)O recente ambiente de cautela com o setor de telecomunicações, corroborado com os resultados do segundo trimestre divulgados no fim do mês, levou a TIM a registrar uma das maiores quedas da Bolsa. Entre os grandes temas, está a maior concorrência no setor. A própria TIM reconheceu, durante a teleconferência de resultados, que os concorrentes passaram a ampliar ofertas promocionais no fim de 2025, em resposta ao avanço das operadoras móveis virtuais (MVNOs). Como consequência, a TIM perdeu participação de mercado e prepara uma reformulação de seu portfólio no terceiro trimestre, incluindo ofertas como Ultra Combo, TIM Play, TIM Fit e a parceria com o PicPay.Na avaliação do Bank of America, esse cenário indica um retorno a um ambiente competitivo mais intenso, após vários anos de maior disciplina comercial desde a consolidação do mercado em 2022.Os analistas do Bradesco BBI apontaram que os resultados do segundo trimestre reforçaram a visão de maior concorrência, destacando uma desaceleração expressiva no crescimento das receitas de telefonia móvel da Claro e da TIM.Marcopolo (POMO4; -10,61%)Parte da cautela dos investidores decorre da desaceleração observada em algumas operações importantes da Marcopolo (POMO4), conforme aponta a XP. Segundo os analistas, ao longo de 2026, o desempenho ficou abaixo do esperado em segmentos como ônibus urbanos no Brasil e em mercados internacionais relevantes, como Argentina e México. A leitura é que esses negócios enfrentam um ambiente menos favorável do que o registrado nos últimos anos, reduzindo parte do impulso de crescimento da companhia.Além disso, o cenário macroeconômico continua pressionado por juros elevados por mais tempo, fator que normalmente afeta decisões de investimento e renovação de frotas por empresas de transporte.No entanto, para os analistas da XP, essa visão negativa não captura toda a fotografia do negócio.A principal razão para a XP manter uma visão positiva é que os vetores negativos vêm sendo compensados por outras frentes da operação.O destaque segue sendo a divisão de micro-ônibus, beneficiada por encomendas ligadas a programas governamentais. As entregas do primeiro semestre receberam suporte do programa do Ministério da Saúde, enquanto a expectativa é de continuidade da demanda ao longo do segundo semestre graças aos volumes do programa Caminho da Escola.Outro mercado que segue apresentando desempenho positivo é a Austrália, ajudando a compensar a fraqueza observada em outras regiões.Essa diversificação geográfica e de produtos é justamente um dos pilares da tese de investimento da XP. Na visão da corretora, a companhia consegue equilibrar oscilações pontuais em determinados mercados, reduzindo a volatilidade dos resultados.A XP tem recomendação de compra para POMO4, com preço-alvo de R$ 8. Veja as ações do Ibovespa que caíram em julho:TickerPreço (R$)Variação no mês (%)DIRR311,35-18,17%USIM57,36-14,42%CURY330,09-13,51%CEAB39,44-12,27%TIMS319,43-12,20%POMO45,31-10,61%EGIE329,8-8,84%LREN313,6-8,48%RENT337,61-8,45%MRVE34,74-8,32%SBSP327,7-7,20%YDUQ38,26-7,19%CYRE321,37-6,44%ISAE426,89-5,38%AURE310,98-4,85%BRKM55,97-3,71%AZZA316,42-3,70%VIVT332,63-3,06%MULT328,13-2,60%MBRF317,54-2,56%NATU38,38-2,33%ALOS327,09-2,20%VALE376,28-2,17%AXIA352,82-2,13%ASAI38,5-1,85%IGTI1124,83-1,78%VIVA322,18-1,51%BRAP422-1,30%ABEV315,99-1,30%CPLE314,83-1,13%RDOR334,64-1,09%SMFT319,7-0,81%TAEE1139,65-0,48%COGN32,27-0,44%EQTL338,65-0,21%The post 4 ações sobem mais de 20% e 6 caem ao menos 10%: os destaques do Ibovespa em julho appeared first on InfoMoney.

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