O Brasil tem o maior sistema público de transplante de órgãos e ocupa a terceira posição em número absoluto de procedimentos. No entanto, quase metade das famílias (45%) ainda recusa a doação dos órgãos de um parente após seu falecimento.No país, a doação de órgãos só ocorre após a constatação de morte cerebral e mediante consentimento da família. De acordo com José Medina Pestana, superintendente do Hospital do Rim, em São Paulo, a principal razão de recusa das famílias é porque a pessoa nunca falou sobre a vontade de ser um doador.Leia tambémGoverno de SP descarta racionamento de água e aposta em medidas preventivasSecretária afirma que estado está mais preparado do que na crise de 2014 e cita economia no sistema após ações da SabespMédicos rebatem Trump e reforçam que paracetamol pode ser tomado na gravidezGrávidas relatam medo após alerta de Trump, mas sociedades médicas reforçam segurança do usoPara reverter esse cenário, o Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira a campanha “Você diz sim, o Brasil inteiro agradece”, que reforça a importância de todos informarem a sua família sobre a decisão de doar órgãos.Atualmente, 80 mil pessoas aguardam por um transplante no país.O evento de lançamento da campanha de doação de órgãos de 2025 do Ministério da Saúde, realizado no Hospital do Rim em São Paulo, também marcou a assinatura da portaria que cria a Política Nacional de Doação e Transplantes (PNDT). É a primeira vez que a política foi descrita em portaria específica, desde a criação do sistema em 1997.The post 45% das famílias recusam doar os órgãos de um parente, diz Ministério da Saúde appeared first on InfoMoney.
