UFRJ aprova cotas para pessoas transgênero em graduação e pós a partir de 2026

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O Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) aprovou nesta quinta-feira, 30, a implementação de cotas para pessoas transgênero nos cursos de graduação e pós-graduação.A nova política reserva 2% das vagas para esse grupo social. Elas serão acessadas via Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e já estarão disponíveis na próxima edição do programa, com ingresso dos primeiros estudantes em 2026.Leia tambémApocalipse da IA no emprego é real, e criação de vagas é praticamente zero nos EUAO presidente do Fed, Jerome Powell, disse que várias empresas anunciaram recentemente demissões citando explicitamente a IA como motivoEmprego recorde esconde desengajamento: o prejuízo oculto de R$ 77 bilhõesÍndice de engajamento atingiu menor patamar em três anos; 61% se consideram desmotivados com o trabalho“As cotas são um mecanismo de justiça social e de reparação, além de representarem uma resposta ao contexto de exclusão”, afirmou o reitor da UFRJ, Roberto Medronho.A Superintendência-Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade (Sgaada) da instituição trabalhava desde outubro de 2024 para construir uma política de cotas para pessoas transgênero.A UFRJ foi considerada a segunda melhor instituição de ensino superior do Brasil neste ano, atrás apenas da Universidade de São Paulo (USP), de acordo com o Center for World University Rankings (CWUR).Um levantamento realizado pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) mostrou que, com a aprovação, a UFRJ se junta a pelo menos outras 29 universidades federais que oferecem cotas para pessoas transgêneros a partir da graduação. Quase metade dessas instituições está localizada na Região Sudeste, e o Rio de Janeiro é o Estado com o maior número de federais que têm políticas do tipo.Em São Paulo, três instituições federais têm um sistema de reserva de vagas para pessoas transgêneros: Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Universidade Federal do ABC (UFABC). A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que faz parte da rede estadual de ensino superior, também aprovou uma política semelhante em abril.Veja lista das universidades federais que oferecem cotas para pessoas TransgênerosRegião NorteUniversidade Federal de Rondônia (UNIR)Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA)Região NordesteUniversidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB)Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB)Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar)Universidade Federal da Bahia (UFBA)Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE)Região Centro-OesteUniversidade Federal de Goiás (UFG)Universidade de Brasília (UnB)Universidade Federal de Catalão (UFCAT)Região SudesteUniversidade Federal Fluminense (UFF)Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)Universidade Federal de Lavras (UFLA)Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Universidade Federal de Uberlândia (UFU)Universidade Federal do ABC (UFABC)Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)Região SulUniversidade Federal de Santa Catarina (UFSC)Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)Universidade Federal do Rio Grande (FURG)The post UFRJ aprova cotas para pessoas transgênero em graduação e pós a partir de 2026 appeared first on InfoMoney.

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