Mais da metade das seleções da Copa serão comandadas por estrangeiros

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O Brasil aposta pela primeira vez em um treinador estrangeiro para comanda a seleção em um Copa do Mundo, com o italiano Carlo Ancelotti, mas a “canarinho” está longe de ser a única a fazer essas escolhas. Levantamento da FIFA aponta um recorde de técnicos estrangeiros na edição de 2026: serão 26 entre 48 seleções, ou 54% do total.Entre os principais está o americano Jesse Marsch assumiu o comando do Canadá em 2024 e buscará fazer história garantindo a primeira vitória do país em um torneio. Já o argentino Mauricio Pochettino entrou para selecionado dos EUA no mesmo ano e diz acreditar no potencial do time para competir até as fases decisivas.Leia também: Ancelotti garante Neymar na Copa apesar de lesãoO Equador, que ocupa a 24ª posição no ranking mundial, também é liderado por um argentino, Sebastián Beccacece, que colocou a equipe no segundo lugar na eliminatória sul-americana. A Áustria será liderada pelo alemão Ralf Rangnick. O italiano Vincenzo Montella, por sua vez, está no comando da Turquia.O bicampeão Uruguai está sob a liderança do experiente argentino Marcelo Bielsa, que retorna para uma terceira Copa do Mundo após treinar sua terra natal na Coreia/Japão 2002, e no Chile oito anos depois.A Colômbia também será guiada por um argentino, Nestor Lorenzo – ele foi assistente de José Pekerman quando a seleção chegou às quartas de final pela primeira vez no Brasil 2014.A Bélgica, terceira colocada em 2018, na Rússia, estará sob o comando do francês Rudi Garcia. Portugal está sob o comando do espanhol Roberto Martínez, responsável pela boa colocação dos belgas há oito anos.O estrangeiro no comando da Inglaterra desde outubro de 2024 é o alemão Thomas Tuchel tornou-se a primeira nomeação internacional para o torneio desde o italiano Fabio Capello.Sobre as chances de sucesso, a FIFA lembra que Guus Hiddink levou os coanfitriões Coreia às semifinais de 2002, enquanto o brasileiro Luiz Felipe Scolari e o espanhol Roberto Martinez fizeram o mesmo com Portugal em 2006 e Bélgica em 2018.No passado mais remotos, o inglês George Raynor levou a Suécia à decisão em casa em 1958, mas não conseguiu impedir que um Brasil inspirado em Pelé conquistasse seu primeiro título. O austríaco Ernst Happel levou a Holanda à final em 1978, mas o título na ocasião ficou com a anfitriã Argentina.The post Mais da metade das seleções da Copa serão comandadas por estrangeiros appeared first on InfoMoney.

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