O JPMorgan elevou o preço-alvo das ações da B3 (B3SA3) de R$ 18 para R$ 19 ao fim de 2026, após incorporar os resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26), os números operacionais de abril e os efeitos da recente recompra e cancelamento de ações. Apesar da revisão positiva no valuation, o banco manteve recomendação neutra para os papéis, citando um ambiente ainda desafiador para os volumes negociados em meio aos juros elevados no Brasil.Às 10h22, as ações da operadora da Bolsa brasileira subiam 0,90%, cotadas a R$ 16,81.Leia tambémIbovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta segundaÍndices futuros dos EUA avançam e renovam recordes Sabesp, Qualicorp, Vivo, São Martinho e mais ações para acompanhar hojeConfira os principais destaques do noticiário corporativo desta segunda-feira (25)Segundo o banco, os dados de abril mostraram certa normalização após uma base de comparação forte em março. Para 2026, o JPMorgan reduziu em 1% sua projeção de lucro ajustado para R$ 6,591 bilhões, ainda representando crescimento de 15% na comparação anual. Para 2027, a estimativa também foi cortada em 1%, para R$ 6,988 bilhões, alta de 6% ante o ano anterior.O banco também atualizou o número de ações da companhia após a recente recompra e cancelamento de papéis. As ações em tesouraria caíram para 36 milhões, ante 232 milhões no quarto trimestre de 2025.Na avaliação do JPMorgan, a B3 segue beneficiada por sua posição como única bolsa verticalmente integrada e diversificada do Brasil, com elevadas barreiras de entrada e forte geração de caixa. Ainda assim, o ambiente de juros elevados continua pressionando os volumes negociados.Os analistas afirmam que uma eventual queda da Selic poderia beneficiar empresas mais alavancadas, o setor de pagamentos e, consequentemente, a própria B3. Por outro lado, o banco ressalta que a concorrência permanece como um risco relevante nos segmentos de ações, derivativos e balcão (OTC).The post B3 (B3SA3): JPMorgan eleva preço-alvo após recompra e atualização de projeções appeared first on InfoMoney.
