Um dos maiores ícones do cinema mundial, a atriz Marilyn Monroe atrai ainda fascinação e curiosidade de fãs, mesmo mais de 40 anos após sua morte. Agora, peças de seu guarda-roupa, joias, cartas, bilhetes manuscritos, pintura e manuscritos da estrela irão a leilão. A data do evento coincide com o aniversário de 100 anos da atriz, que acontecia em 1º de julho. Os pertences que fazem parte da coleção são de sua fase de maior fama, que aconteceu entre o lançamento do filme O pecado mora ao lado (de 1955) e sua morte, em 1962. “Marilyn é simplesmente um ícone”, disse Brian Chanes, diretor sênior de Hollywood e entretenimento da Heritage Auctions, durante a prévia da coleção na sexta-feira. “As pessoas amam e adoram a Marilyn até hoje.”A Heritage Auctions está abrindo lances ao público para itens do espólio dos poetas Norman e Hedda Rosten, amigos próximos e confidentes de Monroe. Entre os itens mais marcantes estão documentos nunca antes vistos em público. Os papéis exploram seus relacionamentos amorosos, medos em torno de uma gravidez perdida e suas reflexões sobre a mortalidade.“É realmente especial porque este não é material que foi comprado e vendido ao longo das décadas”, disse Chanes. “Isso é algo que foi descoberto agora.”O leilão também inclui correspondências de seu ex-marido, o dramaturgo Arthur Miller, revelando as complexidades emocionais do casamento dos dois, bem como uma carta inédita do psiquiatra de Monroe descrevendo o dia que antecedeu sua morte.Há também cartas do período em que ela gravava “Quanto mais quente, melhor”, quando a saúde mental da atriz passou a se deteriorar. Escrevendo em papel timbrado do Hotel del Coronado, ela pedia ajuda enquanto suas dificuldades ameaçavam interromper a produção.“Pouco antes de ela sofrer uma overdose e de terem que interromper as filmagens, ela escreveu: ‘Sinto como se estivesse me afogando’”, lembrou Chanes, mencionando desenho que a atriz se retratava submersa. (com Reuters)The post Cartas, joias, roupas e outros objetos de Marilyn Monroe vão a leilão appeared first on InfoMoney.
