Galípolo sobre Carbono Oculto: “não cabe ao BC dar chute em porta com metralhadora”

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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta terça-feira, 25, que vê confusões sobre quais são as atribuições da autarquia em casos que avançam para investigações criminais, como os recentes. Ele enfatizou que a autarquia identifica se há irregularidades em uma operação e a partir disso sua obrigação legal é informar o Ministério Público, para que a entidade siga seu processo investigativo.Galípolo citou como exemplo uma notícia veiculada durante a Operação Carbono Oculto, que destacou que o presidente do BC viajou ao exterior para participar de uma conferência no dia da operação.Leia tambémPF marca depoimento de ex-presidente do BRB sobre negociação com Banco MasterPaulo Henrique Costa foi alvo de busca e apreensão na Operação Compliance Zero e foi afastado do comando do banco por ordem judicialDono do Banco Master é transferido para presídio em Guarulhos (SP)Daniel Vorcaro estava em uma cela na Superintendência da PF há uma semana, desde sua detenção quando tentava deixar o país na última segunda-feira (17)“Revela uma expectativa de quem escreveu aquilo, de que o presidente do Banco Central estivesse com a metralhadora na mão, dando chute em uma porta para invadir uma instituição. Não é papel do Banco Central, o Banco Central não faz isso”, afirmou o presidente do BC.A declaração foi realizada durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.The post Galípolo sobre Carbono Oculto: “não cabe ao BC dar chute em porta com metralhadora” appeared first on InfoMoney.

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