Lucro da Mastercard supera estimativas no 3º trimestre

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30 Out (Reuters) – A  bandeira de cartões Mastercard superou as expectativas de Wall Street nos seus lucros do terceiro trimestre divulgados nesta quarta-feira, ao passo que executivos enfatizavam a incursão da companhia no comércio assistido por agentes e nas stablecoins.A empresa reportou lucro ajustado de US$3,96 bilhões, ou US$4,38 por ação, para o trimestre encerrado em 30 de setembro. Analistas, em média, esperavam um lucro de US$4,32 por ação, segundo dados compilados pela LSEG.A receita líquida aumentou 17%, atingindo US$8,6 bilhões no trimestre. O volume de transações internacionais, que contabiliza os gastos com cartões fora do país emissor, registrou um aumento de 15% em moeda local.Leia tambémLucro abaixo do esperado não ofusca melhora nas operações do Mercado Livre; ação sobeGigante do e-commerce divulgou balanço na noite de quarta-feiraRivais ganham força e BYD tem maior queda no lucro trimestral em mais de 4 anosCompanhia está enfrentando crescente concorrência de rivais nacionais na ChinaAnalistas consideram o setor de pagamentos um terreno fértil para disrupção, visto que as stablecoins e os agentes baseados em inteligência artificial prometem transformar a maneira como as carteiras dos consumidores movimentam dinheiro.“Participantes de todo o ecossistema de pagamentos estão firmando parcerias com a Mastercard e nossas equipes de consultoria especializadas para se prepararem para o comércio assistido por agentes”, disse o presidente-executivo, Michael Miebach, em  teleconferência com analistas.Embora Miebach tenha se recusado a comentar sobre a alegada iminência da compra da Zerohash pela Mastercard, empresa de infraestrutura de stablecoins, ele enfatizou a crescente influência das criptomoedas atreladas ao dólar nos pagamentos.“Assim como o comércio assistido por agentes, acreditamos que as stablecoins representam uma oportunidade atraente e crescente para nossa rede.”The post Lucro da Mastercard supera estimativas no 3º trimestre appeared first on InfoMoney.

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