O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (29), CDBs com taxas prefixadas de até 14,750% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,650% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 107% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,430% em 1 ano, enquanto as pós-fixadas que pagam até 87% do CDI em mais de 12 meses.
LCIs prefixadas pagam até 12,000% em 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 87% do CDI com vencimento em mais de 1 ano.
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CDB FIBRATaxa: CDI + 0,100%Vencimento: junho/2033Saiba mais e invista
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (29)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos juros futuros (DIs) voltaram a cair nesta sexta-feira (26), com destaque para os vencimentos curtos e intermediários, à medida que o mercado reforçou as apostas de um novo corte de 0,25 ponto percentual da Selic em agosto. O movimento também foi favorecido pela queda do petróleo no mercado internacional, que ajudou a aliviar as expectativas de inflação.
A percepção de que o Banco Central poderá retomar a flexibilização monetária ganhou força após o IPCA-15 de junho, divulgado na véspera, mostrar desaceleração da inflação e melhora em indicadores acompanhados pela autoridade monetária, como os núcleos e a inflação de serviços. Além disso, declarações recentes de dirigentes do BC reforçaram que não há decisão prévia sobre os próximos passos da Selic, embora o mercado tenha ampliado as apostas em um novo corte.
Na curva de juros, o movimento ficou concentrado na ponta curta e intermediária, mais sensível às expectativas para a política monetária. O DI para janeiro de 2028 recuou 11 pontos-base, para 14,14%, acumulando queda de 67 pontos-base na semana.
Já a ponta longa apresentou estabilidade, com o DI para janeiro de 2035 encerrando praticamente inalterado, em 14,315%. O comportamento refletiu a cautela dos investidores, apesar da melhora recente da curva, e ocorreu em um ambiente de monitoramento da atuação do Tesouro Nacional após o cancelamento do leilão de NTN-B na semana passada.
No exterior, a queda do petróleo Brent, que voltou para a faixa de US$ 72 por barril, e o recuo dos rendimentos dos Treasuries contribuíram para o alívio dos juros domésticos. Dados como a taxa de desemprego no Brasil e a evolução da dívida pública tiveram impacto limitado sobre os negócios.
Com isso, a curva encerrou a semana com novo fechamento dos vértices curtos e intermediários, refletindo a consolidação das expectativas de afrouxamento monetário, enquanto os juros longos permaneceram praticamente estáveis, indicando que o mercado ainda mantém cautela em relação ao cenário de médio e longo prazo.
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