Os novos empréstimos bancários na China caíram de forma inesperada em julho, em um recuo que ocorre enquanto o banco central do país (PBoC) tenta reduzir a importância desse indicador.Segundo dados oficiais divulgados nesta sexta-feira, 14, os novos empréstimos registraram queda líquida de 340 bilhões de yuans em julho, após uma expansão de 1,61 trilhão de yuans em junho, e ficaram abaixo da expectativa de alta de 280 bilhões de yuans em pesquisa do The Wall Street Journal.O resultado fraco de julho se explica em parte por fatores sazonais, mas também reflete uma demanda doméstica fraca por crédito, em meio à prolongada crise do setor imobiliário.Para o PBoC, analistas devem passar a avaliar empréstimos e emissões de títulos em conjunto, em vez de considerar apenas os empréstimos como termômetro da demanda por financiamento, à medida que a economia passa por mudanças estruturais.Leia tambémIbovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta sextaÍndices futuros dos EUA operam mistos Em documento publicado na quarta-feira, o banco central afirmou que a transição para “novas forças produtivas” está mudando as necessidades de crédito. Como os setores emergentes são menos intensivos em ativos do que áreas tradicionais, como imóveis e infraestrutura, a quantidade de crédito bancário necessária por unidade de crescimento diminuiu, levando a uma queda natural na demanda por empréstimos tradicionais.Ao mesmo tempo, canais alternativos de financiamento – sobretudo títulos e ações – ganham relevância, segundo a instituição.O financiamento social total, medida mais ampla que inclui fontes fora do sistema bancário, ficou em 1,41 trilhão de yuans, segundo os dados.Já o M2, indicador mais amplo da oferta de moeda, cresceu 7,7% na comparação anual, abaixo dos 8,0% de junho e ligeiramente inferior aos 7,9% projetados pelos economistas. Fonte: Dow Jones Newswires.*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da BroadcastThe post China: novos empréstimos bancários recuam inesperadamente em julho appeared first on InfoMoney.
