Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (06/07) com baixa de 1,37%, aos 174.535 pontos, devolvendo parte dos ganhos acumulados nas duas sessões anteriores. No cenário externo, as bolsas americanas iniciaram a semana em alta, impulsionadas principalmente pelas ações de tecnologia, enquanto o Ibovespa seguiu na contramão. O mercado também acompanhou as discussões sobre as relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos e a decisão da Opep+ de elevar a produção de petróleo, o que manteve a commodity próxima dos níveis anteriores ao conflito no Oriente Médio.No Brasil, o Ibovespa recuou pressionado por Vale (VALE3), Petrobras (PETR3; PETR4) e pelo setor financeiro, em meio à cautela com o cenário eleitoral e ao menor fluxo de investidores estrangeiros. Para os traders de mini-índice, o foco permanece no ambiente político, no comportamento do capital externo e nas commodities, fatores que seguem influenciando a direção e a volatilidade do mercado.Análise do gráfico de 15 minutosNo gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice retomou o fluxo vendedor e encerrou a sessão abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando enfraquecimento da recuperação iniciada nos pregões anteriores.Para que a pressão de venda ganhe continuidade, será necessária a perda da faixa de 174.425/173.855 pontos. Caso esse suporte seja rompido, vejo espaço para avanço das vendas até 173.465/173.025 pontos, com alvo mais longo na região de 172.615/172.050 pontos.Por outro lado, uma retomada do movimento comprador dependerá da superação da resistência em 174.650/174.900 pontos. Acima desse nível, o índice poderá buscar 175.050/175.480 pontos, com objetivo seguinte em 176.510/176.910 pontos.No gráfico diário, continuo observando uma estrutura que ainda inspira cautela. Apesar de o índice seguir negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, a baixa da última sessão devolveu força ao movimento vendedor e exige atenção aos próximos pregões.Para que a recuperação volte a ganhar tração, considero importante o rompimento da resistência em 177.205 pontos, abrindo espaço para buscar 177.920/179.920 pontos.Em contrapartida, caso o índice perca a faixa de 173.850/173.025/172.050 pontos, o fluxo vendedor poderá se intensificar, com projeções para 170.210/168.430 pontos. O IFR (14) está em 44,48 pontos, em região neutra.Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo PazSaiba mais:Ninguém evolui sozinho: como a troca de experiências acelera resultados dos tradersDe mãe solo e desempregada a trader: a transformação de Ana TavaresLéo Molini explica como usa análise de risco para gerenciar posiçõesWINQ26: Gráfico de 60 minutosNo gráfico de 60 minutos, o mini-índice também encerrou o pregão em queda, voltando a negociar abaixo das médias de 9 e 21 períodos. Além disso, destaco que a média de 200 períodos, na região dos 174.065 pontos, passa a atuar como importante suporte técnico.Para confirmar a retomada do movimento de baixa, acompanho a perda da faixa de 173.855/173.465 pontos. Se esse suporte for rompido, o índice poderá buscar 172.050/170.730 pontos, com alvos mais longos em 170.210/169.565 pontos.Por outro lado, uma reação compradora dependerá da superação da resistência em 174.900/175.630 pontos. Caso haja rompimento acompanhado por aumento de volume, o índice poderá avançar em direção a 177.205/177.400 pontos, tendo como objetivo seguinte a região de 179.340/181.515 pontos.Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)Guias de análise técnica:O que é uma linha de tendência na análise gráfica?O que são médias móveis e como usá-la para estratégia de TradeIFR: O que é o índice de força relativa?Bandas de Bollinger: como usar e interpretar?Como o MACD pode identificar e interpretar tendências do mercado?Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice. The post Mini-índice (WINQ26): análise técnica destaca os níveis mais importantes do dia appeared first on InfoMoney.
