Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (07/08) em forte queda de 1,79%, aos 172.670 pontos, em um pregão dominado pelo fluxo vendedor. O Ibovespa caiu 1,73%, aos 172.513,42 pontos, na quarta baixa consecutiva, e acumulou perda de 3,08% na semana, a pior desde maio. No mercado interno, o índice foi pressionado pelas quedas de Petrobras (PETR3; PETR4), bancos, Vale (VALE3) e varejistas após a divulgação de balanços. No exterior, Wall Street avançou depois que o payroll mostrou a eliminação de 23 mil vagas nos Estados Unidos, reduzindo o receio de uma alta dos juros pelo Federal Reserve.Para os traders de mini-índice, o comportamento das ações de maior peso e a repercussão dos resultados corporativos permanecem entre os principais vetores do contrato. A queda dos juros futuros e o desempenho positivo das bolsas norte-americanas podem contrabalançar a pressão vendedora doméstica, enquanto a Ata do Copom, prevista para terça-feira, entra no radar em busca de sinais sobre os próximos passos da Selic.Análise do gráfico de 15 minutosNo gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com movimento negativo, após um pregão amplamente dominado pelo fluxo vendedor. O contrato terminou entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, região que poderá ser determinante para a definição dos próximos movimentos.Para prolongar o fluxo de baixa, considero necessária a entrada de força vendedora capaz de romper o suporte em 172.275/172.000 pontos. A perda dessa faixa poderá ampliar o fôlego vendedor e abrir caminho para 171.400/170.840 pontos. Em uma extensão do movimento negativo, o alvo mais longo estará em 170.730/170.210 pontos.No sentido contrário, uma recuperação dependerá da entrada de fluxo comprador suficiente para superar a resistência em 172.875/173.370 pontos. Confirmado o rompimento, o mini-índice poderá avançar em direção a 174.000/174.510 pontos. Acima dessa região, o objetivo mais longo estará em 175.300/176.550 pontos.No gráfico diário, o mini-índice encerrou a última sessão em queda e completou o quinto recuo consecutivo. O contrato permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que reforça a pressão vendedora e mantém aberto o risco de continuidade do movimento negativo.Na minha avaliação, será importante observar se o ativo encontrará força para recuperar as médias e iniciar uma reação ou se ampliará a sequência de perdas. O cenário recente combina elevada volatilidade com uma movimentação mais lateral, o que recomenda cautela na leitura dos próximos sinais.Para retomar o fluxo de alta, o mini-índice precisará superar a região formada por 176.845 pontos, 179.715 pontos e 180.670 pontos. Acima desses níveis, o objetivo inicial estará em 183.925/186.520 pontos.Já a continuidade da baixa dependerá do rompimento dos suportes em 172.000/170.210 pontos. A perda dessa faixa poderá abrir caminho para 169.090/167.865 pontos. O IFR de 14 períodos está em 41,11 pontos, permanecendo em região neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo PazSaiba mais:Após blue chips, small caps podem liderar nova alta da Bolsa, diz André MoraesEstratégias automatizadas: 3 erros que o investidor precisa evitar Com 13 anos de mercado, Ivy Hypolito integra IA ao operacional e vira parceira da ASGWINQ26: Gráfico de 60 minutosNo gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice fechou a última sessão com movimento negativo e abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Essa configuração mantém o cenário técnico pressionado e reforça a necessidade de acompanhar a reação do contrato diante das regiões mais próximas.Para retomar o fluxo comprador, será necessária a entrada de volume suficiente para recuperar a região das médias e superar a resistência em 174.000/176.550 pontos. Confirmado o rompimento, o mini-índice terá potencial para avançar em direção a 176.895/178.435 pontos. Em uma extensão do movimento altista, os próximos objetivos estarão em 180.720/181.930 pontos.Por outro lado, a continuidade do fluxo de baixa dependerá do rompimento do suporte em 172.000/171.400 pontos. Caso essa faixa seja perdida, o contrato poderá recuar em direção a 170.730/170.210 pontos. Em um movimento vendedor mais prolongado, os alvos seguintes estarão em 169.565/169.090 pontos.Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)Guias de análise técnica:O que é uma linha de tendência na análise gráfica?O que são médias móveis e como usá-la para estratégia de TradeIFR: O que é o índice de força relativa?Bandas de Bollinger: como usar e interpretar?Como o MACD pode identificar e interpretar tendências do mercado?Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice. The post Mini-índice (WINQ26): Ata do Copom e balanços ficam no radar appeared first on InfoMoney.
