Ministério da Defesa da China pede “extrema cautela” sobre venda de armas a Taiwan

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PEQUIM/TAIPÉ, 24 Set (Reuters) – Os ⁠Estados Unidos devem agir com “extrema ⁠cautela” em relação a qualquer venda de ‌armas a Taiwan, afirmou na quinta-feira um porta-voz do Ministério da Defesa chinês, antes de ‌uma cúpula em Washington entre o presidente Donald Trump e o líder chinês Xi Jinping.O porta-voz Jiang Bin também afirmou, em uma coletiva de imprensa de rotina em Pequim, ⁠que ‌as relações militares entre os EUA e ⁠a China devem ser mantidas de forma estável, sólida e sustentável.“É importante ressaltar que a questão de Taiwan é a mais importante nas relações entre a China e ​os EUA, e que a manutenção da paz e da estabilidade no Estreito de ​Taiwan é a maior questão comum entre os dois países”, disse Jiang.“Espera-se que o lado norte-americano lide com a questão de Taiwan com extrema cautela.”Embora o governo Trump ‌tenha aprovado, em dezembro, um ​pacote de armas de US$11 bilhões para Taiwan — o maior de todos os tempos —, um segundo pacote, no ⁠valor de ​cerca de US$14 ​bilhões, está parado há meses.Leia tambémTrump discutirá IA com Xi, mas ressalta: “quero deixar isso exatamente como está”Encontro é monitorado de perto EUA e China ampliam trégua comercial até 10 de janeiro, diz secretário do TesouroScott Bessent afirmou que os dois países concordaram em prolongar o Acordo de Busan enquanto seguem discutindo comércio e inteligência artificialAs declarações de Jiang ocorreram horas ⁠depois que o governo ​de Taiwan, na quinta-feira, agradeceu aos EUA pelo apoio e afirmou que mantinha comunicações antes da ​cúpula.A China reivindica Taiwan, governada democraticamente, como seu próprio território e reiterou na ​quarta-feira que ⁠o tema é uma “linha vermelha” que os EUA não devem cruzar. ⁠Os EUA são o mais importante apoiador internacional e fornecedor de armas de Taiwan, apesar da ausência de relações diplomáticas formais.The post Ministério da Defesa da China pede “extrema cautela” sobre venda de armas a Taiwan appeared first on InfoMoney.

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